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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41970
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorCunha e Souza, Hirão Fernandes-
dc.date.accessioned2025-05-12T00:34:44Z-
dc.date.available2024-08-01-
dc.date.available2025-05-12T00:34:44Z-
dc.date.issued2017-09-26-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41970-
dc.description.abstractEsta tesis tuvo como objetivo realizar un estudio sobre antropónimos existentes en una base de datos inédita, es decir, los requisitos de entrada de nuevos miembros de la Sociedad Protectora de Desfavorecidos, una hermandad, fundada en Salvador, en el siglo XIX. Para lograr este propósito, fue necesario volver al tiempo yentender la forma en que se produjo el sistema de nomenclatura antigua, o sea, el latín y la germánica, los cambios sufridos em cada uno de ellos, y finalmente, cómo ocurrieron estos cambios, dando origen a otras prácticas de denominación, tomando como base el aporte teórico de varios autores, a ejemplo de Câmara Jr. (1975), Piel (1960), Bourin (2001), Castro (2006) y Carvalhinhos (2007). Era necesario también mostrar cómo lãs nuevas prácticas de nomenclatura fueron desenrollándos e (la expansión a otras zonas fuera de Europa) y cómo ocurrió la creación de leyes para recibir estasprácticas. Además, el objetivo era abrir el debate sobre la antroponímia de esta porción negra de la población de Salvador, para intentar explicar, sócio históricamente¿ por qué estos africanos e afrodescendentes recibieron, en su mayoría, los nombres de origen europeo en lugar de sus nombres de origen africana?Para lograr estos objetivos, antropónimos fueron catalogados y analizados, sumandoum total de 649 nombres de pila, fue hecha una pesquisa de naturaliza etimológica, buscando el origen de los nombres recaudados a partir de la confrontación entre los datos extraídos del corpus y los datos disponibles en el Diccionario etimológico de lalengua portuguesa: nombres de pila, Antenor Nascentes, 1952, y en el Diccionario etimológico onomástico de la lengua portuguesa, José Pedro Machado, 2003. Como era de esperar, por los resultados obtenidos, se dio cuenta de que se mantuvo la tradición portuguesa, ya que la mayoría de los antropónimos siguieron la práctica portuguesa de nombrar. Sin embargo, como la última meta-análisis, se propuso también a identificar la posible presencia de prenombres disonantes de la tradición y por los datos, podemos ver que incluso con la fuerte presencia de esta tradición en los antropónimos SPD, hubo un corto cambio con la ocurrencia de 22 antropónimos considerados neológicos, una pequeña cantidad, por cierto, pero ya muestra una pequeña grieta en esta tradición y seña la nuevos caminos para estudios antroponímicos en Brasil.pt_BR
dc.description.abstractCette thèse avait la porté e de mener une étude sur anthroponyms existant dans une base de donné es sans précédent, à savoir, les conditions d'entré e des nouveaux membres de la Humane Society des Défavorisés, fondé e en Salvador, au XIX e siècle. Pour atteindre cet objectif, il était nécessaire de revenir en arrière dans le temps et comprendre comment ils sont venus à propos de l'ancien système de nommage, à savoir le latin et germanique, les changements subis dans chacun d'eux et, enfin, la façon d'avoir ces changements, ce qui donne lieu à d'autres pratiques de nommage, en utilisant la base théorique de plusieurs auteurs, comme Câmara Jr. (1975), Piel (1960), Bourin (2001), Castro (2006) e Carvalhinhos (2007). Il fallait aussi montrer comment les nouvelles pratiques de nommage élaboraient (étendre à d'autres zones hors Europe) et comment a été la création de lois pour recepcionarem ces pratiques. En outre, l'objectif était d'amener la discussion sur l'anthroponymie cette partie noire de la population de Salvador, pour tenter d'expliquer, sociohistoricamente, pourquoi ces négros ont reçu, pour la plupart des noms d'origine européenne au lieu de leurs noms origine africaine. Pour atteindre ces objectifs, anthroponymes ont été catalogués et analysés, en ajoutant un total de 649 prénoms, et la nature étymologique de la recherche a été fait, à la recherche de l'origine des noms soulevé es à partir de la confrontation entre les donné es de corpus extrait et les donné es fournies par le dictionnaire étymologiques de la langue portugaise: noms, Antenor Nascentes, 1952, et le Dictionnaire étymologique onomastique du portugais, José Pedro Machado, 2003. Comme prévu, les résultats obtenus, on a réalis é que a maintenu la tradition portugaise, que la plupart des anthroponymes suivi la pratique portugaise de nommage. Cependant, comme la dernière méta-analyse, il est également résolu de déterminer la présence éventuelle de prenoms dissonantes de la tradition et les données, nous pouvons voir que même avec la forte présence de cettetradition dans les anthroponymes SPD, ily avait un changement raccourci avec la présence de 22 anthroponyms considérés néologique, une petite quantité, par exemple par la manière, mais elle montre dé jà une petite fissure dans cette tradition et souligne de nouvelles façons pour les études de antroponímicos au Brésil.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSociedade Protetora dos Desvalidospt_BR
dc.subjectPopulação africana e afrodescendentept_BR
dc.subjectAntropônimos neológicospt_BR
dc.subjectIrmanadespt_BR
dc.subjectSéculo XIXpt_BR
dc.subjectSéculo XXpt_BR
dc.subject.otherSociedad para la Protección de los Desfavorecidospt_BR
dc.subject.otherLa población Africanos y afrodescendientespt_BR
dc.subject.otherAntropónimos neológicospt_BR
dc.subject.otherSociété pour la protection des défavoriséspt_BR
dc.subject.otherAfricain et afro-descendantpt_BR
dc.subject.otherAnthroponymes néologiquept_BR
dc.titleArlindos e negros: o nome próprio em uma irmandade de cor na Bahia dos séculos XIX e XXpt_BR
dc.title.alternativeArlindos y los negros: el nombre de una hermandad de la Bahía en los siglos XIX y XXpt_BR
dc.title.alternativeArlindos e negros: un nom propre de une fraternité de la Bahia dos séculos XIX e XXpt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Língua e Cultura (PPGLINC) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.contributor.advisor1Coelho, Juliana Soledade Barbosa-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7658434641998530pt_BR
dc.contributor.referee1Coelho, Juliana Soledade Barbosa-
dc.contributor.referee2Santos, Elisângela Santana dos-
dc.contributor.referee3Campos, Lucas Santos-
dc.contributor.referee4Silva, Jorge Augusto Alves da-
dc.contributor.referee5Almeida, Aurelina Ariadne Domingues-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2724427028142111pt_BR
dc.description.resumoA presente Tese teve como escopo realizar um estudo sobre os antropônimos existentes em uma inédita base de dados, isto é, os requerimentos de entrada de novos sócios da Sociedade Protetora dos Desvalidos, uma irmandade, criada em Salvador, no século XIX. Para realizar tal propósito, foi necessário voltar no tempo e entender como surgiram os antigos sistemas de nomeação, ou seja, o latino e o germânico, as mudanças sofridas em cada um deles e, por fim, como se deram essas mudanças, dando origem a outras práticas de nomeação, tomando como base o aporte teórico de vários autores, a exemplo de Câmara Jr. (1975), Piel (1960), Bourin (2001), Castro (2006) e Carvalhinhos (2007). Fez-se necessário também mostrar como as novas práticas de nomeação foram se desenvolvendo (expandindo para outras áreas fora da Europa) e como se deu a criação de leis para recepcionarem essas práticas. Além disso, objetivou-se trazer à baila a discussão sobre a antroponímia dessa parcela africana e afrodescendente da população de Salvador, para tentar explicar, sociohistoricamente, o porquê de essas pessoas terem recebido, em sua maioria, nomes de origem europeia em detrimento de seus nomes de procedência africana. Para alcançar tais objetivos, os antropônimos foram catalogados e analisados, somando um montante de 649 prenomes, e foi feita uma pesquisa de cunho etimológico, buscando a origem dos nomes levantados a partir do confronto entre os dados extraídos do corpus e os dados fornecidos pelo Dicionário etimológico da língua portuguesa: nomes próprios, de Antenor Nascentes, de 1952, e pelo Dicionário onomástico etimológico da língua portuguesa, de José Pedro Machado, de 2003. Como esperado, pelos resultados alcançados, percebeu-se que foi mantida a tradição lusa, já que a maioria dos antropônimos seguiu a prática portuguesa de nomear. No entanto, como meta última de análise, tencionou-se também identificar a possível presença de prenomes destoantes da tradição e, pelos dados, foi possível perceber que, mesmo com a forte presença dessa tradição nos antropônimos da SPD, constatou-se uma encurtada mudança, com a ocorrência de 22 antropônimos considerados neológicos, uma quantidade pequena, diga-se de passagem, mas que já mostra uma pequena fissura nessa tradição e aponta novos caminhos para os estudos antroponímicos no Brasil.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Letraspt_BR
dc.type.degreeDoutoradopt_BR
Aparece nas coleções:Tese (PPGLINC)

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