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Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44419
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorArgolo, Helena-
dc.date.accessioned2026-04-23T16:56:15Z-
dc.date.available2026-04-23T16:56:15Z-
dc.date.issued2025-03-18-
dc.identifier.citationARGOLO, Helena. 107F. PERSISTÊNCIAS E RUPTURAS DAS DESIGUALDADES INTERSECCIONAIS NA INSERÇÃO DE MULHERES NEGRAS NA PÓS-GRADUAÇÃO NAS ÁREAS DE SAÚDE E CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UFBA (2015-2022). Dissertação (Mestrado). Mestrado em Estudos Étnicos e Africanos) -- Universidade Federal da Bahia, Universidade Fderal da Bahia - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Programa Multidisciplinar de Pós- graduação em Estudos Étnicos e Africanos, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/44419-
dc.description.abstractThis study sought to investigate the inclusion and permanence of black women in four stricto sensu postgraduate courses in the area of Health, namely: Biological Sciences, Nursing and Health, Medicine and Health, and Public Health at UFBA, from 2015 to 2022, with aim of identifying possible persistence of interseccional and structural inequalities in these courses. This is a qualitative and quantitative research, which has benn anchored in discurssions that havealready been accumulated on the theme of racial inequalities in access tho Education. The censuses of the MEC, INEP, IBGE and CAPS were used to map the number of black students recently enrolled and/or graduating in postgraduate courses in the mentioned areas. We also discussed the narratives of eight cis, black women, master’s, doctoral and postdoctoral students in graduate programs, through semi-strutured interviews conducted remotely and in person. Given the information analyzed, it was possibilite to conclude that there is a “scientific loneliness” that permeates the trajectories of the women interviewed, due tho the lack of representation in academic and professional spaces and in citation policies. It was also identified that all students accessed the vacancy reserve for black people, most went through a hetero-identification board, and those who requested it had access to the scholarship. Therefore, I understand that, with these results, affirmative actions in graduat studies are, to a certain extent, being implemented, and there is still a need for greater monitoring regarding the permanence of students in stricto sensu courses in the health area at UFBA. Ih was also observed that access to educational spaces has provided a change in the economic status of the women, but this does not prevent them from being victims of racism and sexixm in the academic and professional spaces.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidae Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectInterseccionalidadept_BR
dc.subjectMulheres Negraspt_BR
dc.subjectRacismopt_BR
dc.subjectPós-Graduaçãopt_BR
dc.subjectAções Afirmativaspt_BR
dc.subject.otherIntersectionalitypt_BR
dc.subject.otherBlack Womenpt_BR
dc.subject.otherRacismpt_BR
dc.subject.otherPostgraduate Studiespt_BR
dc.subject.otherAffirmative Actionspt_BR
dc.titlePersistências e rupturas das desigualdades interseccionais na inserção de mulheres negras na pós-graduação nas áreas de saúde nas áreas de saúde e ciências biológicas da UFBA (2015-2022)pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos (PÓS-AFRO) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1Figueiredo, Angela-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-3803-0355pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6332981346537949pt_BR
dc.contributor.referee1Sotero, Edilza Correia-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0002-9945-2597pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8287804054596501pt_BR
dc.contributor.referee2Santana, Jusciney Carvalho-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9596120894827646pt_BR
dc.contributor.referee3Figueiredo, Angela-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/6332981346537949pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6341672970075799pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho buscou investigar a inserção e permanência de mulheres negras em 4 (quatro) cursos de pós-graduação stricto sensu da área de Saúde que são: Ciências Biológicas, Enfermagem e Saúde, Medicina e Saúde e Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), no período de 2015 a 2022, com o objetivo de identificar possíveis persistências de desigualdades interseccionais e estruturantes nestes percursos. Trata-se de uma pesquisa quali- quanti, que tem se ancorado em discussões que já vêm sendo acumuladas sobre a temática das desigualdades raciais no acesso à Educação. Os dados abertos dos censos do MEC, do INEP, do IBGE e da CAPES foram utilizados para avaliar o número de estudantes negras recém- ingressas e/ou concluintes na pós-graduação nas áreas mencionadas. Registro a negativa de acesso por parte da UFBA no repasse dos dados acadêmicos dos cursos de pós-graduação por entender serem dados pessoais protegidos pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), Lei n° 13.709/2018. Analisamos as narrativas de oito mulheres cis, negras, mestrandas, doutorandas dos programas de pós-graduação, através de entrevistas semiestruturadas realizadas de forma remota e presencial. Embora ainda exista a “solidão acadêmica científica” é perceptível ações de resiliências e rupturas que quebram as dificuldades nas trajetórias dessas mulheres, como o aquilombamento científico. Foi identificado ainda que sete destas estudantes usaram a reserva de vagas para pessoas negras, a maioria passou por banca de heteroidentificação, acessaram bolsas, logo compreendo que, com esses resultados, as ações afirmativas na pós-graduação estão, em certa medida, sendo implementadas, necessitando de acompanhamento maior no que diz respeito à permanência das estudantes nos cursos stricto sensu da área de saúde da UFBA. Percebemos que o acesso aos espaços educacionais tem trazido mudanças do status econômico dessas mulheres, mas isso não as impedem de serem vítimas do racismo e do sexismo no espaço acadêmico e profissional.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
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dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
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