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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44413
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorMata, Henrique Tomé da Costa-
dc.creatorCavalcanti, José Euclides A.-
dc.date.accessioned2026-04-22T15:14:33Z-
dc.date.available2026-04-22T15:14:33Z-
dc.date.issued2001-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/44413-
dc.description.abstractThis article explores industrial pollution as one of the interfaces of the externality theory applied to the analysis of the structural interdependence between the economy and the environment. Several authors and research institutions have evaluated the direct and indirect effects of industrial pollution on well-being levels, particularly on public health, agricultural productivity, climate change, and, in general, on the environment. However, these attempts at study always encounter a lack of information on the intensity of pollutants emitted. In this study, the quantities of different water and air pollutants were estimated based on World Bank data, specifically developed for this type of study. The analytical model proposed by Leontief in 1970 was applied, an expanded version of the input-output matrix applied to environmental analysis, which consists of expansion in terms of sectoral pollution generation rows and pollution control activity columns. The results indicated that total suspended solids, with 942,872 tons, SO2, with 803,280 tons, NO2, with 477,572 tons, CO, with 414,323 tons, and total particulate matter, with 368,791 tons, constituted the five dominant pollutants in the structure of industrial pollution in Brazil, all belonging to the class of air pollutants. The most emission-intensive sectors were steel and metallurgy, chemicals and petrochemicals, and other industries, with the first two being the most dynamic and having the greatest field of influence on the structure of the Brazilian economy.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherSociedade Brasileira de Economia e Sociologia Ruralpt_BR
dc.relation.ispartofCongresso da Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Ruralpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPoluição industrialpt_BR
dc.subjectEconomia da poluiçãopt_BR
dc.subjectInsumo-produto ambientalpt_BR
dc.subjectEconomia ambientalpt_BR
dc.subject.otherIndustrial pollutionpt_BR
dc.subject.otherPollution economicspt_BR
dc.subject.otherEnvironmental input-outputpt_BR
dc.subject.otherEnvironmental economicspt_BR
dc.titleRepercussão da poluição industrial na estrutura da economia brasileirapt_BR
dc.title.alternativeImpact of industrial pollution on the structure of the Brazilian economypt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.publisher.initialsSOBERpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::ECONOMIAS AGRARIA E DOS RECURSOS NATURAISpt_BR
dc.citation.issue39pt_BR
dc.description.resumoNeste artigo a poluição industrial constitui uma das interfaces da concepção da teoria da externalidade aplicada à análise da interdependência estrutural entre a economia e o meio ambiente. Vários autores e instituições de pesquisa têm avaliado os efeitos diretos e indiretos da poluição industrial sobre os níveis de bem-estar, marcadamente sobre a saúde pública, a produtividade agrícola, mudanças climáticas e, de maneira geral, sobre o meio ambiente. Não obstante, essas tentativas de estudo esbarram sempre com a falta de informações sobre a intensidade de poluentes emitidos. Neste estudo foram estimadas as quantidades de diferentes poluentes da água e do ar com base em dados do Banco Mundial, elaborados especificamente para este tipo de estudo. Foi aplicado o modelo analítico proposto por Leontief em 1970, uma versão ampliada da matriz de insumo-produto aplicada à análise ambiental que consiste na expansão em termos de linhas de geração setorial de poluição e colunas de atividades de controle de poluição. Os resultados indicaram que os sólidos totais em suspensão, com 942.872 ton., SO2, com 803.280 ton., NO2, com 477.572 ton., CO, com 414.323 ton. e particulados totais, com 368.791 ton. constituíram os cinco poluentes dominantes na estrutura da poluição industrial no Brasil e todos pertencentes a classe de poluentes do ar. Os setores mais intensivos nas emissões foram a siderurgia e metalurgia, química e petroquímica e outras indústrias, sendo os dois primeiros os mais dinâmicos e de maiores campo de influência na estrutura da economia brasileira.pt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho Apresentado em Evento (PPGECO)

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