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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44410
Tipo: Artigo de Evento
Título: Determinantes individuais e locais da ocupação informal entre as regiões metropolitanas do Brasil
Título(s) alternativo(s): Individual and local determinants of informal occupation among metropolitan regions of Brazil
Autor(es): Machado, Alexandre de Oliveira Bittencourt
Silva, Diana Lúcia Gonzaga da
Resumo: No Brasil, o mercado de trabalho informal é caracterizado pelo contingente de trabalhadores que não possuem carteira de trabalho assinada, ou seja, que não possuem relações trabalhistas regidas pela CLT ou pelos regimes Estatuários. A relevância da compreensão da ocupação informal é justificada na própria dualidade dessa categoria, muitas vezes relacionada à precarização e baixa qualidade das relações trabalhistas, mas que surge em períodos de crises como uma alternativa viável ao desemprego. Dessa forma, se torna necessário investigar quais as características podem explicar a inserção de indivíduos economicamente ativos na ocupação informal. A partir dessas considerações, esse artigo tem como objetivo principal analisar os atributos individuais e locais que determinam a probabilidade de um trabalhador se alocar em uma ocupação informal, entre regiões metropolitanas (Recife, Salvador, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre), e para todo o território nacional. Foi adotado o modelo econométrico Logit para a estimação dos resultados, através dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) para o quarto trimestre de 2012, 2015 e 2017. Além disso, foram utilizados os dados do Censo demográfico de 2010 (IBGE) para obter o tamanho populacional, assim como a área total das regiões metropolitanas e, por fim, a Relação Anual de Informação (RAIS) foi utilizada para obter dados sobre o total de empregos formais. Os resultados para o Brasil entre os anos de 2012, 2015 e 2017 mostram que, as mulheres têm maiores chances de se inserir no mercado de trabalho informal, assim como as pessoas mais velhas. Por outro lado, os chefes de família, trabalhadores mais experientes, negros e pessoas com maiores níveis de escolaridade possuem menores chances de se integrar à informalidade. Os resultados para o Brasil mostram, também, que os setores mais afetados pela informalidade são a agricultura e construção, e que há menores chances para o mercado informal nas regiões metropolitanas e nas áreas urbanas. Em relação ao resultado para as regiões metropolitanas, há uma diferença para os chefes de família e para a densidade ocupacional do emprego formal, ambas afetando positivamente as chances de ocupação em um trabalho informal.
Abstract: In Brazil, the informal labor market is characterized by the contingent of workers who do not have a formal employment contract, that is, who do not have labor relations governed by the CLT (Consolidation of Labor Laws) or statutory regimes. The relevance of understanding informal employment is justified by the very duality of this category, often related to the precariousness and low quality of labor relations, but which emerges in periods of crisis as a viable alternative to unemployment. Therefore, it becomes necessary to investigate which characteristics can explain the insertion of economically active individuals into informal employment. Based on these considerations, this article aims to analyze the individual and local attributes that determine the probability of a worker being employed in an informal occupation, both within metropolitan regions (Recife, Salvador, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, and Porto Alegre) and across the entire national territory. The Logit econometric model was adopted to estimate the results, using microdata from the Continuous National Household Sample Survey (PNAD Contínua) for the fourth quarter of 2012, 2015, and 2017. In addition, data from the 2010 Demographic Census (IBGE) were used to obtain population size, as well as the total area of ​​metropolitan regions, and finally, the Annual Social Information Report (RAIS) was used to obtain data on the total number of formal jobs. The results for Brazil between 2012, 2015, and 2017 show that women are more likely to enter the informal labor market, as are older people. On the other hand, heads of households, more experienced workers, Black people, and people with higher levels of education are less likely to enter the informal sector. The results for Brazil also show that the sectors most affected by informality are agriculture and construction, and that there are fewer opportunities in the informal market in metropolitan regions and urban areas. Regarding the results for metropolitan regions, there is a difference in terms of heads of household and the occupational density of formal employment, both positively affecting the chances of finding work in the informal sector.
Palavras-chave: Mercado de trabalho - Brasil
Setor informal ( Economia)
Emprego - Diferenças regionais
Econometria
Economia regional
CNPq: CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::ECONOMIA DOS RECURSOS HUMANOS::MERCADO DE TRABALHO POLITICA DO GOVERNO
Idioma: por
País: Brasil
Editora / Evento / Instituição: Universidade Federal da Bahia
Sigla da Instituição: UFBA
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
URI: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44410
Data do documento: 2019
Aparece nas coleções:Trabalho Apresentado em Evento (PPGECO)

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