Skip navigation
Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/44084
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSouza, Edson Rodrigues de-
dc.date.accessioned2026-02-25T16:30:09Z-
dc.date.available2025-12-20-
dc.date.available2026-02-25T16:30:09Z-
dc.date.issued2025-07-10-
dc.identifier.citationSOUZA, Edson Rodrigues de. O giro nos dados: jornalismo digital investigativo, ciberativismo e decolonialidade / Edson Rodrigues de Souza. - 2025. 308 f. : il. Orientadora: Profa. Dra. Renata Pitombo Cidreira. Tese (Doutorado) – Universidade Federal da Bahia, Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos, 2025. 1. Jornalismo digital investigativo; 2. Ciberativismo; 3. Decolonialidade; 4. Cultura. 5. Sociedade. 6. Estado. 7. Poder. 8. Ancestralidade. 9. Povos originários. I. Rodrigues de Souza, Edson. II. Universidade Federal da Bahia. Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos. III. Título.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/44084-
dc.description.abstractThis research analyzes, from a critical and decolonial perspective, the role of digital investigative journalism in the construction of a radical and participatory democracy in South America, with broader implications for the entire Global South. It is based on the understanding that colonization imposed institutional and epistemological models on invaded countries that were alien to their own realities. However, the advancement of digital technologies enables the emergence of tools and institutions capable of confronting this colonial legacy, fostering new possibilities for civic oversight of the state, led by activist collectives and independent media outlets. Throughout the study, it is argued that the classical tension between regulation and emancipation can be redefined within the context of the networked society. Regulation, traditionally monopolized by the state, also becomes an instrument exercised by civil society, expanding mechanisms for monitoring public administration and reinforcing democratic practices. To support its arguments, the research analyzes the production of the Centro de Jornalismo Investigativo Agência Pública, founded in 2011 in Brazil by women journalists. This non-profit organization employs methodologies based on open data, in-depth investigations, and the collaborative dissemination of content through Creative Commons licenses. Its model broadens the reach and impact of investigative reporting, strengthening collaborative networks and fostering accountability practices. The study concludes that, by critically appropriating contemporary technologies, countries of the Global South can promote a decolonial turn, grounded in the valorization of their historical and cultural specificities, forging a transparent state that is responsive to popular demands. In this context, digital investigative journalism emerges as a fundamental instrument of public mediation, enhancing citizen participation and contributing to the formation of a decolonial state committed to expanding radical and participatory democracy.pt_BR
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectJornalismo Digital Investigativopt_BR
dc.subjectCiberativismopt_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.subjectCulturapt_BR
dc.subjectSociedadept_BR
dc.subjectEstadopt_BR
dc.subjectPoderpt_BR
dc.subjectAncestralidadept_BR
dc.subjectPovos Origináriospt_BR
dc.subjectJornalismo eletrônicopt_BR
dc.subjectJornalismo investigativopt_BR
dc.subjectComunicação de massa e tecnologiapt_BR
dc.subjectDescolonizaçãopt_BR
dc.subject.otherInvestigative Digital Journalismpt_BR
dc.subject.otherCyberactivismpt_BR
dc.subject.otherDecolonialitypt_BR
dc.subject.otherCulturept_BR
dc.subject.otherSocietypt_BR
dc.subject.otherStatept_BR
dc.subject.otherPowerpt_BR
dc.subject.otherAncestrypt_BR
dc.subject.otherOriginal Peoplespt_BR
dc.subject.otherElectronic journalismpt_BR
dc.subject.otherInvestigative journalismpt_BR
dc.subject.otherMass communication and technologypt_BR
dc.subject.otherDecolonizationpt_BR
dc.titleO giro nos dados: jornalismo digital investigativo, ciberativismo e decolonialidadept_BR
dc.title.alternativeThe data turn: digital investigative journalism, cyberactivism, and decolonialitypt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPrograma Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (Poscultura) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESpt_BR
dc.contributor.advisor1Cidreira, Renata Pitombo-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2005557247744604pt_BR
dc.contributor.referee1Pereira, Mauricio Matos dos Santos-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5764250897984693pt_BR
dc.contributor.referee2Cruz, Etevaldo Santos-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/2129825904944575pt_BR
dc.contributor.referee3Soares, Ricardo de Araújo-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/1939147801213755pt_BR
dc.contributor.referee4Fonseca, Paulo de Freitas Castro-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/4236832055241111pt_BR
dc.contributor.referee5Cidreira, Renata Pitombo-
dc.contributor.referee5Latteshttp://lattes.cnpq.br/2005557247744604pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1373052323057018pt_BR
dc.description.resumoEste trabalho analisa, sob uma perspectiva crítica e decolonial, o papel do jornalismo digital investigativo na construção de uma democracia radical e participativa na América do Sul, com repercussões por todo o Sul Global. Parte-se da compreensão de que a colonização impôs aos países invadidos modelos institucionais e epistemológicos alheios às suas realidades. O avanço das tecnologias digitais, porém, propicia o surgimento de ferramentas e instituições aptas ao enfrentamento dessa herança colonizadora, viabilizando, por exemplo, novas possibilidades de vigilância cidadã sobre o Estado, protagonizadas por coletivos ativistas e veículos de comunicação independentes. Ao longo do trabalho, defende-se que a tensão clássica entre regulação e emancipação pode ser ressignificada no contexto da sociedade em rede. A regulação, tradicionalmente monopolizada pelo Estado, passa a ser exercida também pela sociedade civil, ampliando os mecanismos de fiscalização da administração pública e reforçando práticas democráticas. Para dar sustentação às suas defesas, a pesquisa analisa a produção do Centro de Jornalismo Investigativo Agência Pública, fundado em 2011, no Brasil, por mulheres jornalistas. A organização sem fins lucrativos utiliza-se de metodologias baseadas em dados abertos, investigações aprofundadas e disseminação colaborativa de conteúdos por meio de licenças Creative Commons. O modelo amplia o alcance e o impacto das reportagens investigativas, fortalecendo redes de colaboração e estimulando práticas de accountability. Conclui-se que, ao se apropriar criticamente das tecnologias contemporâneas, os países ao Sul Global podem promover um giro decolonial, fundado na valorização de suas singularidades históricas e culturais, forjando um Estado transparente e responsivo às demandas populares. Nesse contexto, o jornalismo investigativo digital configura-se como instrumento fundamental de mediação pública, potencializando a participação cidadã e colaborando na formação de um Estado decolonial comprometido com a ampliação de uma democracia radical e participativa.pt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos - IHACpt_BR
dc.relation.referencesABED, Dana et al. As custas de quem? A origem da riqueza e a construção da injustiça no colonialismo. Oxford, Reino Unido: Oxfam, 2025. Disponível em: <https://www.oxfam.org.br/forum-economico-de-davos/as-custas-de-quem/>. Acesso em: 9 mar. 2025. ADORNO, Theodor. Negative dialectics. Tradução: E. B. Ashton. Londres: Routledge, 1973. AHMED, Nabil et al. Desigualdade S.A.: como o poder das grandes empresas divide o nosso mundo e a necessidade de uma nova era de ação pública. Oxford, Reino Unido: Oxfam Internacional, 2024. Disponível em: <https://materiais. oxfam.org.br/relatorio-desigualdade-sa-davos-2024>. Acesso em: 11 jan. 2024. ALVÍDREZ, Saúl. Chomsky & Mujica: sobrevivendo ao século XXI. Tradução: Maria Cecilia Brandi. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2024. AMARAL, Marina (org.); VIANA, Natalia (org.); BREDA, Tadeu (org.) (ed.). Furos, mentiras e segredos revelados: uma década de reportagens da Agência Pública. São Paulo: Elefante, 2022. ASSANGE, Julian. Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet. Tradução: Cristina Yamagami. São Paulo: Boitempo, 2013. ATTON, Chris. Alternative media. London: Sage, 2002. ATZORI, Luigi; IERA, Antonio; MORABITO, Giacomo. The Internet of Things: A survey. Computer Networks, [s. l.], vol. 54, n. 15, p. 2787–2805, out. 2010. AZEVEDO, Carlos. Jornal Movimento: uma reportagem. Belo Horizonte: Manifesto, 2011. BALLESTRIN, Luciana. América Latina e o Giro Decolonial. Rev. Bras. Ciênc. Polít., [s. l.], 2013. p. 89–117. 296 BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. vol. 1. Tradução: Luís Antero Reta; Augusto Pinheiro. Lisboa: Edições 70, 2002. BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. BENKLER, Yochai. The wealth of networks: How social production transforms markets. New Haven, London: Yale University Press, 2006. BENTHAM, Jeremy. O panóptico. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. BLACKBURN, Robin. A construção do escravismo no Novo Mundo, 1492-1800. Rio de Janeiro: Record, 2003. BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO, Gianfranco. Dicionário de política I. vol. 1. 11. ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1998. BOLIVAR, Simón. Simón Bolívar, obras completas. vol. 1. La Habana: Lex, 1947. BOTELHO, André; SCHWARCZ, Lilia Moritz. Cidadania, um projeto em construção: minorias, justiça e direitos. São Paulo: Claro Enigma, 2012. BRAGATO, Fernanda Frizzo; CASTILHO, Natalia Martinuzzi. A importância do pós colonialismo e dos estudos descoloniais na análise do novo constitucionalismo latino americano. In: BELLO, Enzo; VAL, Eduardo Manuel (orgs.). O pensamento pós e descolonial no novo constitucionalismo latino-americano. Caxias do Sul: Educs, 2014. p. 11–25. BRECHT, Bertolt. Vida de Galileu. In: BRECHT, Bertolt. Teatro completo. v. 6. Tradução: Roberto Schwarz. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991. p. 51–170. BRECHT, Bertold. Aquele que diz sim e aquele que diz não. In: CORRÊA, Luís António Martinez; NETHERLAND, Marshall (trad.) (orgs.). Bertold Brecht. Teatro completo. 3. ed. v. 3. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2004. p. 213–232. 297 CARVALHO, Kildare Gonçalves. Direito constitucional. 13. ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2007. CASTELLS, Manuel. A galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999. CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginária da sociedade. v. 52. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982. CHAUÍ, Marilena. Cultura e Democracia. In: Crítica y emancipación: Revista Latinoamericana de Ciências Sociales. n. 1. Buenos Aires: Clacso, 2008. p. 53–76. CHRIST, Olive. Martin Heidegger‘s Notions of World and Technology in the Internet of Things Age. In: Asian Journal of Computer and Information Systems, v. 3, no 2, [s. l.], 2015. p. 58–64. COSTA E SILVA, Alberto da. Um rio chamado Atlântico: a África no Brasil e o Brasil na África. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2022. COSTELLA, Antonio. Comunicação: do grito ao satélite. São Paulo: Mantiqueira, 1984. CUNHA JÚNIOR, Dirley. Curso de direito constitucional. 5. ed. Salvador: JusPodium, 2011. DARDOT, Pierre; LAVAL, Christian. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal. São Paulo: Boitempo, 2016. DIOGO, Stela; DIP, Andrea; LEVY, Clarissa. Satélites de Musk são maior mudança para indígenas na Amazônia em anos, diz Jack Nicas. Agência Pública, São Paulo, 3 ago. 2024. Disponível em: <https://apublica.org/2024/08/satelites-de-musk-sao maior-mudanca-para-indigenas-na-amazonia-em-anos-diz-jack-nicas/>. Acesso em: 6 jan. 2025. 298 DOWNING, John D. H. Radical media: rebellious communication and social movements. Thousand Oaks: SAGE, 2001. DUSSEL, Enrique. Europa, Modernidade e Eurocentrismo. In: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: Clacso, 2005. p. 24–32. ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1984. ENGELS, Friedrich; MARX, Karl. Manifesto comunista. Tradução: Álvaro Pina. São Paulo: Boitempo, 2005. FANON, Frantz. Os condenados da Terra. Tradução: José Laurêncio de Melo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968. FERNANDES, Florestan. Significado do protesto negro. v. 33. São Paulo: Cortez, 1989. FERREIRA DA SILVA, Denise. A dívida impagável. Tradução: Pedro Daher; Amilcar Packer. São Paulo: Oficina de Imaginação Política e Living Commons, 2019. FLICHY, P. L’imaginaire d’internet. Paris: Éditions La Découverte, 2001. FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 27. ed. Tradução: Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 1987. FOUCAULT, Michel. Defender la sociedad. Curso en el College de France (1975 1976). México: Fondo de Cultura Económica, 2001. FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. 20. ed. São Paulo: Graal, 2004. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. 299 GAIOTTO, Paulo Alexandre; SOARES DOS SANTOS, Tiago. O Estado em Kant: fundação, cidadania e finalidade. Revista Quero Saber. v. 1. n. 1, Tojedo, 2020. p. 37–46. Disponível em: <www.institutoquerosaber.org/revista>. Acesso em: 19 dez. 2022 GAMBINI, Roberto. Espelho índio: a formação da alma brasileira. São Paulo: Axis Mundo: Terceiro Nome, 2000. GIDDENS, Anthony. As consequências da modernidade. São Paulo: Unesp, 1991. GRAMSCI, Antonio. O risorgimento: notas sobre a história da Itália. Cadernos do cárcere. v. 5. 4. ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2002. GUIMARÃES BANDEIRA, Messias. Culturas digitais e sociedade do compartilhamento: cartografias da cultura wiki. In: SIDONCHA, Urbano; MOURA, Catarina (orgs.). Metamorfoses da cultura. Lisboa: Nova Vega, 2017. p. 139–154. HABERMAS, Jürgen. Consciência moral e agir comunicativo. Tradução: Guido A. de Almeida. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1989. HABERMAS, Jürgen. Between facts and norms. Contributions to a discourse theory of law and democracy. Cambridge, Massachussets: Polity Press, 1996. HABERMAS, Jürgen. Direito e democracia: entre facticidade e validade. v. 1. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997. HABERMAS, Jurgen. Direito e democracia: entre facticidade e validade. v. 2. Rio de Janeiro: Tempo Presente, 2011. HEGEL, G. W. F. Princípios da filosofia do direito ou direito natural e ciência política em compêndio. Porto Alegre: Fundação Fênix, 2021. HESSE, Konrad. A força normativa da constituição. Porto Alegre: Sério A. Fabris, 1991. 300 HOBSBAWN, Eric. Como mudar o mundo: Marx e o marxismo, 1840-2011. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. HOWARD, Philip N. Pax technica: how the Internet of Things may set us free or lock us up. New Haven, London: Yale University Press, 2015. JORDAN, T. Internet, society and culture: communicative practices before and after the internet. S.I.: Bloomsbury Publishing USA, 2013. KANT, Immanuel. A crítica da razão pura. 3. ed. São Paulo: Nova Cultura, 1988. KERCKHOVE, D. A pele da cultura: uma investigação sobre a nova realidade. Lisboa: Relógio D´Água, 1997. KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu: palavras de um xamã yanomani. Tradução: Beatriz Perrone-Moisés. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. KWAK, H. et al. What is Twitter, A social network or a news media?. In: Proceedings of the 19th International Conference on World Wide Web. New York: ACM, 2010. p. 591–600. Disponível em: <https://dl.acm.org/doi/abs/10.1145/1772690.1772751>. Acesso em: 4 set. 2023. LANDER, Edgardo. La ciencia y la tecnología como asuntos políticos: límites de la democracia en la sociedad tecnológica. Caracas: Editorial Nueva Sociedade, 1992. LANDER, Edgardo (org) et al. A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Bueno Aires: Clacso, 2005a. Disponível em: <http://www.clacso.org.ar/biblioteca>. Acesso em: 7 fev. 2024. 301 LANDER, Edgardo. Ciências Sociais: saberes coloniais e eurocêntricos. In: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. perspectivas latino americanas. Buenos Aires: Clacso, 2005b. p. 8–23. LARKIN NASCIMENTO, Elisa. Pan-Africanismo na América do Sul: emergência de uma rebelião negra. Petrópolis: Vozes, 1980. LATOUR, Bruno. Reagregando o social: uma introdução à teoria do ator-rede. Salvador - Bauru: Edufba - Edusc, 2012. LEMOS, André. Cibercultura, tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulina, 2002. LEMOS, André. A comunicação das coisas: teoria ator-rede e cibercultura. São Paulo: Annablume, 2013. LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. Tradução: Luiz Paulo Rouanet. São Paulo: Edições Loyola, 1998. LÉVY, Pierre. Ciberdemocracia. Lisboa: Instituto Piaget, 2003. LÉVY, Pierre. Cibercultura. Tradução: Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora 34, 1999. LIMA, Marcelo. Jornalismo cultural e crítica: A literatura brasileira no suplemento Mais. Curitiba: UFPR, 2013. LIPOVETSKY, G. Os tempos hipermodernos. São Paulo: Bacarolla, 2004. LOBREGATTE, Priscila; VIANA, Natalia. Habeas Corpus: que se apresente o corpo. Brasília: Secretaria de Direitos Humanos, Brasil, 2010. LOSADA, Manuel. Imaginário Radical: A proposta de Castoriadis à atual crise dos paradigmas no campo das Ciências Naturais e Sociais. Boletim Interfaces da Psicologia da UFRuralRJ, Rio de Janeiro, 2009. p. 44–62. Disponível em: 302 <http://www.ufrrj.br/seminariopsi/2009/boletim2009-1/losada.pdf>. Acesso em: 6 jul. 2023. MACHADO, Elias. O ciberespaço como fonte para os jornalistas. v. 1. Salvador: Calandra, 2003. MANOVICH, Lev. A ciência da cultura? computação social, humanidades digitais e analítica cultural. Matrizes, São Paulo, vol. 9, p. 67–83, 2015. Disponível em: <https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/111716/109719>. Acesso em: 3 set. 2023. MARSHALL, Leandro. O jornalismo na era da publicidade. v. 70. São Paulo: Summus, 2003. MARTIN, Henri-Jean. A Imprensa. In: WILLIAM, Raymond (org.). Historia de la comunicación. Barcelona: Bosch Comunicación, 1992. p. 9–62. MARX, Karl. O capital, Livro I, Tomo I. Tradução: Regis Barbosa; Flávio R. Kothe. São Paulo: Nova Cultural, 1996. MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A ideologia alemã. Tradução: Luis Claudio Castro e Costa. 2. ed. v. Clássicos. São Paulo: Livraria Martins Fontes, 1998. MARX, Karl. O capital: crítica da economia política. Livro 1. O processo de produção do capital. E-book. Tradução: Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo, 2013. MATTOS, Sérgio Augusto Soares. A revolução digital e os desafios da comunicação. Cruz das Almas (BA): UFRB, 2013. MATTOS, Wilson Roberto de. Negros contra a ordem: astúcias, resistências e liberdades possíveis (Salvador, 1850-1888). Salvador: Eduneb; Edufba, 2008. MEDICI, Rita. Gramsci e o Estado: Para uma releitura do problema. Revista de Sociologia e Política, Curitiba, p. 31–43, 2007. Disponível em: <https://revistas.ufpr.br/rsp/article/view/13700/9228>. Acesso em: 6 jul. 2023. 303 MERLINO, Tatiana (org.). Infância roubada: crianças atingidas pela ditadura militar no Brasil. São Paulo: Alesp, 2014. MÉSZÁROS, István. Para além do capital: rumo a uma teoria da transição. São Paulo: Boitempo, 2001. MIELNICZUK, Luciana. Sistematizando alguns conhecimentos sobre jornalismo na web. In: MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos (orgs.). Modelos de jornalismo digital. v. 1. Salvador: Calandra, 2003. p. 37–54. MIGNOLO, Walter. Desobediencia epistémica: retórica de la modernidad, lógica de la colonialidad y gramática de la descolonialidad. Buenos Aires: Ediciones del Signo, 2010. MOUFFE, Chantal. For an agonistic model of democracy. In: For an agonistic model of democracy: the democratic paradox. Londres: Verso, 2000. MULANI, Tanjim T.; PINGLE, Subash V. Internet of Things. International Research Journal of Multidisciplinary Studies & SPPP’s. v. 2, n. 1. 2016. p. 1–4. NASCIMENTO, Abdias. O quilombismo: documentos de uma militância pan africananista. 3. ed. São Paulo/Rio de Janeiro: Perspectiva/Ipeafro, 2019. NOGUERA, Renato. Ubuntu como modo de existir: elementos gerais para uma ética afroperspectivista. Revista da ABPN, 2011. p. 147–150. Disponível em: <https://abpnrevista.org.br/site/article/view/358/331>. Acesso em: 11 fev. 2024. OJEDA, Igor; MERLINO, Tatiana. Direito à memória e à verdade: luta, substantivo feminino. São Paulo: Caros Amigos, 2010. OJEDA, Igor; MERLINO, Tatiana. A invasão corinthiana. São Paulo: LF Editorial, 2011. ORWELL, George. A revolução dos bichos. São Paulo: Citadel, 2021. 304 PALACIOS, Marcos. Ruptura, continuidade e potencialização no jornalismo on-line: o lugar da memória. In: MACHADO, Elias; PALACIOS, Marcos (orgs.). Modelos de jornalismo digital. Salvador: Calandra, 2003. vol. 1, p. 13–54. PROULX, Serge. Trajetórias de uso das tecnologias de comunicação: as formas de apropriação de uma `sociedade do conhecimento´. Campinas: Unicamp, 2010 . ISSN 2175-764X. v. 49 (2). Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0103 18132010000200008>. Acesso em: 3 set. 2023. QUIJANO, Anibal. Colonialidad y Modernidad-Racionalidad. In: BONILLO, Heraclio (ed.) (org.). Los conquistados. Bogotá: Tercer Mundo Ediciones; Flacso, 1992. p. 437–449. QUIJANO, Anibal. Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In: LANDER, Edgardo (org.). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: Clacso, 2005. p. 107–130. Disponível em: <http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/clacso/sur/20100624103322/12_ Quijano.pdf>. Acesso em: 24 mar. 2024. QUIJANO, Anibal. Colonialidade do poder e classificação social. In: SOUSA SANTOS, Boaventura de; MENESES, Maria Paula (orgs.). Epistemologias ao sul. Coimbra: Almedina, 2009. p. 73–117. QUIJANO, Aníbal. Cuestiones y horizontes: De la dependencia histórico-estructural a la colonialidad/descolonialidad del poder. Seleção e prólogo: Danilo Assis Clímaco. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Clacso, 2014. REINECKE, Katharina; GAJOS, Krzysztof Z. Quantifying Visual Preferences Around the World. In: Proceedings of the sigchi conference on human factors in computing systems. New York: ACM, 2014. p. 11–20. Disponível em: <https://dl.acm.org/doi/10.1145/2556288.2557052>. Acesso em: 19 nov. 2023. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. 305 RODRIGUES DE SOUZA, Edson. Jornalismo e cultura letrada no Brasil: o papel do jornal na ampliação do acesso à literatura na década de 1940. Dissertação (Mestrado em Cultura e Sociedade) – Universidade Federal da Bahia (UFBA), Salvador, 2014. Disponível em: <https://sucupira-legado.capes.gov.br/sucupira/public/ consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_ trabalho=3613455. Acesso em: 4 abr. 2024. ROUSSEAU, Jean-Jacques. O contrato social: princípios do direito político. São Paulo: Martins Fontes, 1996. SANTIAGO DOS SANTOS, Fernando. As plantas brasileiras, os jesuítas e os indígenas do Brasil: história e ciência na triaga brasílica (séc. XVII-XVIII). São Paulo: Casa do Novo Autor, 2009. SANTOS, Milton. Espaço e sociedade: ensaios. Petrópolis: Vozes, 1979. SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 10. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003. SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. v. 1. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2006. SANTOS, Helena Maria Pereira dos et al. Estado de Coisas Inconstitucional: um estudo sobre os casos colombiano e brasileiro. Quaestio Iuris. Rio de Janeiro, 2015. p. 2596–2612. SCHWAB, Klaus. A quarta revolução industrial. São Paulo: Edipro, 2019. SEMERARO, Giovanni. A `utopia´ do Estado ético em Gramsci e nos movimentos populares. Revista Educação Pública. v. 20. Cuiabá, 2011. p. 465–480, 2011. Disponível em: <https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/educacaopublica/ article/view/318>. Acesso em: 6 jul. 2023. SHIVA, Vandana. Guerras por água: privatização, poluição e lucro. São Paulo: Radical Livros, 2006. 306 SILVA, José Afonso da. Curso de direito constitucional positivo. 43. ed. São Paulo: Malheiros, 2020. SIMONDON, Gilben. El modo de existencia de los objetos técnicos. Buenos Aires: Prometeo Libros, 2007. SOUSA SANTOS, Boaventura. Para um novo senso comum: A ciência, o direito e a política na transição paradigmática. v. 1. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2002. SOUSA SANTOS, Boaventura de; MENESES, Maria Paula (orgs.). Epistemologias do sul. Coimbra: Almedina, 2009. SOUSA SANTOS, Boaventura de. Descolonizar el saber, reinventar el poder. Tradução: José Luis Exeni R. et al. Montevideo: Ediciones Trilce, 2010. SOUSA SANTOS, Boaventura de. A difícil democracia: reinventar as esquerdas. São Paulo: Boitempo, 2016. SOUSA SANTOS, Boaventura. Construindo as epistemologias do sul: antologia esencial. v. 1. Ciudade Autónoma de Buenos Aires: Clacso, 2018. SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Can the subaltern speak. Critical inquiry. v. 12. n. 2. [s. l.], 1985. p. 271–313. THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. Petrópolis: Vozes, 1998. VALVERDE, Monclar E.G.L. Militância e poder: elementos para uma genealogia da atitude militante. Salvador: Edufba, 1997. VIANA, Natalia. Plantados no chão: assassinatos políticos no Brasil hoje. São Paulo: Conrad, 2007. VIANA, Natalia. Dano colateral: a intervenção dos militares na segurança pública. São Paulo: Objetiva, 2021. 307 VIANA, Natalia. O bispo e seus tubarões. São Paulo: Agência Pública, 2014. VIANA, Natalia. O vazamento: memórias do ano em que o Wilkileaks chacoalhou o mundo. São Paulo: Fósforo, 2024. WACHTEL, Nathan. Os índios e a conquista espanhola. In: BETHELL, Leslieed. História da América Latina: América Latina Colonial. v. 1. São Paulo, Brasília: Editora da Universidade de São Paulo, Fundação Alexandre Gusmão, 1997. p. 195–239. WALLERSTEIN, Immanuel. O sistema mundial moderno: a agricultura capitalista e as origens da economia-mundo europeia no século XVI. v. 1. Porto: Afrontamentos, 1974. WIKIPEDIA. In: Wikipedia, a Enciclopédia Livre. Flórida: Wikimedia Fundation, 2024. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Poder>. Acesso em: 22 jun. 2024. WIKIPEDIA. In: Wikipedia, a Enciclopédia Livre. Flórida: Wikimedia Fundation, 2023. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Ciberguerra. Acesso em: 2 set. 2023.pt_BR
dc.type.degreeDoutoradopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (POSCULTURA)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Tese_O giro_2025_EdsonRodrigues_RepositórioUFBA.pdfTese Doutorado Edson Rodrigues de Souza4,69 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.