https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43890| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Araújo, Ráren Paulo da Silva | - |
| dc.date.accessioned | 2026-01-27T14:27:21Z | - |
| dc.date.available | 2027-01-01 | - |
| dc.date.available | 2026-01-27T14:27:21Z | - |
| dc.date.issued | 2025-12-19 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43890 | - |
| dc.description.abstract | Introduction: Access to higher education in Brazil has historically been marked by exclusion and structural inequalities, particularly with regard to the social markers of gender, race, and class. Despite inclusion policies such as racial and social quotas, the effective integration of these markers into academic and curricular practices still presents significant challenges. An analysis of course syllabi can reveal how these issues are being addressed in undergraduate programs, contributing to the construction of a more inclusive and equitable academic environment. General objective: To analyze how the social markers of gender, race, and class are integrated into the syllabi of mandatory courses in undergraduate programs at the Federal University of Bahia (UFBA). Method: This is a documentary study with a qualitative approach, based on the analysis of mandatory course syllabi from 81 undergraduate programs across UFBA’s five areas of knowledge. Data were collected through the Academic Administration System (SIAC) and analyzed using the IRAMUTEQ software, employing techniques such as Similarity Analysis and Descending Hierarchical Classification. Syllabi that mention, directly or indirectly, the social markers of gender, race, and class were included, with the aim of identifying exemplary practices and gaps in the intersectional approach to these themes, thereby supporting the development of more inclusive institutional policies. Results: The research findings are organized into four articles, which reveal the low presence of the social markers of gender, race, and class in the mandatory syllabi of the 81 undergraduate programs analyzed. Final considerations: The identified gaps indicate the urgent need for curricular reforms that more systematically and effectively integrate the social markers of gender, race, and class, as well as promote interdisciplinarity in higher education. The inclusion of these perspectives is essential for the training of critical, socially responsible professionals capable of acting equitably, in line with contemporary societal demands. It is expected that the results of this study will help raise awareness among administrators and faculty, fostering the revision of pedagogical practices and the development of more inclusive educational policies at the institutional level. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Restrito | pt_BR |
| dc.subject | Marcadores sociais | pt_BR |
| dc.subject | Gênero | pt_BR |
| dc.subject | Classe social | pt_BR |
| dc.subject | Raça | pt_BR |
| dc.subject | Ensino superior | pt_BR |
| dc.subject | Universidade Federal da Bahia - Estudo e ensino (Superior) - Ementas | pt_BR |
| dc.subject | Universidade Federal da Bahia - Interseccionalidade (Sociologia) | pt_BR |
| dc.subject | Relações de gênero | pt_BR |
| dc.subject | Relações raciais | pt_BR |
| dc.subject | Relações sociais | pt_BR |
| dc.subject.other | social markers | pt_BR |
| dc.subject.other | gender | pt_BR |
| dc.subject.other | race | pt_BR |
| dc.subject.other | social class | pt_BR |
| dc.subject.other | higher education | pt_BR |
| dc.title | Abordagem dos marcadores sociais de classe-gênero-raça nas ementas dos cursos de graduação da UFBA | pt_BR |
| dc.title.alternative | The approach to social markers of class, gender, and race in the syllabi of undergraduate courses at UFBA | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares Sobre a Universidade (PPGEISU) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Veras, Renata Meira | - |
| dc.contributor.advisor1ID | https://orcid.org/0000-0002-1681-1401 | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/1790266518032893 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Palombo, Claudia Nery Teixeira | - |
| dc.contributor.referee1ID | https://orcid.org/0000-0002-0651-9319 | pt_BR |
| dc.contributor.referee1Lattes | http://lattes.cnpq.br/3867038505036888 | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Fernandes, Sheyla Christine Santos | - |
| dc.contributor.referee2Lattes | http://lattes.cnpq.br/3423356737122965 | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | Rosa, Flávia Goulart Mota Garcia | - |
| dc.contributor.referee3Lattes | http://lattes.cnpq.br/7537077209873962 | pt_BR |
| dc.creator.ID | https://orcid.org/0009-0008-3469-916X | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/5240706327691365 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Introdução: O acesso à educação superior no Brasil é historicamente marcado por exclusão e desigualdades estruturais, principalmente em relação aos marcadores sociais de gênero, raça e classe. Apesar das políticas de inclusão, como as cotas raciais e sociais, a integração eficaz desses marcadores nas práticas acadêmicas e curriculares ainda apresenta desafios significativos. Uma análise das ementas disciplinares pode revelar como esses temas estão sendo abordados nos cursos de graduação, contribuindo para a construção de um ambiente acadêmico mais inclusivo e equitativo. Objetivo geral: Analisar como os marcadores sociais de gênero, raça e classe estão integrados nas ementas das disciplinas obrigatórias dos cursos de graduação da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Método: Trata-se de um estudo documental, com abordagem qualitativa, baseado na análise das ementas obrigatórias de 81 cursos de graduação das cinco áreas de conhecimento da UFBA. Os dados foram coletados por meio do Sistema de Administração Acadêmica (SIAC) e analisados com o software IRAMUTEQ, utilizando técnicas como Análise de Similitude e Classificação Hierárquica Descendente. Foram incluídas ementas que mencionam, direta ou indiretamente, os marcadores sociais de gênero, raça e classe, com o objetivo de identificar práticas exemplares e lacunas na abordagem interseccional desses temas, subsidiando políticas institucionais mais inclusivas. Resultados: Os achados da pesquisa estão organizados em quatro artigos, os quais evidenciam a baixa presença dos marcadores sociais de gênero, raça e classe nas ementas obrigatórias dos 81 cursos de graduação analisados. Os resultados apontam para a ausência de uma abordagem interseccional estruturada, além da limitada incorporação da interdisciplinaridade nos currículos, o que restringe a problematização das desigualdades sociais no processo formativo. Considerações finais: As lacunas identificadas indicam a necessidade urgente de reformas curriculares que integrem de maneira mais sistemática e efetiva os marcadores sociais de gênero, raça e classe, bem como promovam a interdisciplinaridade no ensino superior. A inclusão dessas perspectivas é fundamental para a formação de profissionais críticos, socialmente responsáveis e aptos a atuar de forma equitativa, em consonância com as demandas contemporâneas da sociedade. Espera-se que os resultados deste estudo contribuam para sensibilizar gestores e docentes, fomentando a revisão de práticas pedagógicas e o desenvolvimento de políticas educacionais mais inclusivas no âmbito institucional. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos - IHAC | pt_BR |
| dc.relation.references | ALMEIDA, Silvio. Racismo estrutural. São Paulo: Pólen, 2019. ALMEIDA-FILHO, Naomar de. Complexidade e interdisciplinaridade na pesquisa em saúde coletiva. Salvador: Edufba, 2010. ALMEIDA-FILHO, Naomar de. Projeto Saúde Amanhã. Salvador: EDUFBA, 2000. ARAÚJO, Tania Bacelar de; SANTOS, Valdeci Monteiro dos. Desigualdades regionais e Nordeste em Formação Econômica do Brasil. In: Celso Furtado: a esperança militante (Interpretações). João Pessoa: EDUEPB, 2020. p. 329-355. DOI: 10.7476/9786586221695.0018. AUSUBEL, David Paul. Aquisição e retenção de conhecimentos: uma perspectiva cognitiva. Lisboa: Plátano Edições Técnicas, 2000. AYRES, José Ricardo de Carvalho Mesquita. Cuidado e reconstrução das práticas de saúde. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, Botucatu, v. 8, n. 14, p. 73-92, set. 2004. BARATA, Rita Barradas. Como e porque as desigualdades fazem mal à saúde? Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2009. BENTO, L. A. et al. Análise de similitude utilizada para identificar relações entre palavras dentro de um corpus textual. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 11, p. 3137-3143, 2024. BEUREN, Ilse Maria. Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2006. BILGE, Sirma. Quand l’intersectionnalité interpelle le développement. In: LEVY, Charmain; MARTINEZ, Andrea (Org.). Genre, féminismes et développement: une trilogie en construction. Ottawa: Presses de l’Université d’Ottawa, 2019. p. 405-424. BOURDIEU, Pierre. Distinção: Uma Crítica Social do Julgamento do Gosto. In: GRUSKY, D. B.; SZELÉNYI, S. Desigualdade: Leituras Clássicas em Raça, Classe e Gênero. Nova York: Routledge, 1984. BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1984. BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CP nº 01, de 17 de junho de 2004. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 22 jun. 2004. BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CP nº 01, de 7 de janeiro de 2015. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores Indígenas em cursos de Educação Superior e de Ensino Médio. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 9 jan. 2015. BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CEB nº 05, de 22 de junho de 2012. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena na Educação Básica. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 25 jun. 2012. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 23 dez. 1996. BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei nº 9.394/1996 para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 10 jan. 2003. BRASIL. Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008. Altera a Lei nº 9.394/1996 para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 11 mar. 2008. BRASIL. Lei nº 12.228, de 19 de julho de 2010. Dispõe sobre a promoção da diversidade étnica e cultural nos currículos do ensino superior. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 20 jul. 2010. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina. Brasília, DF, 2014. BUSS, Paulo Marchiori. Promoção da saúde e a educação na perspectiva do desenvolvimento humano. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 8, n. 1, p. 163-174, 2003. BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e a subversão da identidade. Nova York: Routledge, 1990. CAMARGO, Brigitte Brik; JUSTO, Ana Maria. Iramuteq: um software gratuito para análise de dados textuais. Temas Psicol., v. 2, p. 513-518, 2013. CANGUILHEM, Georges. Ideologia e racionalidade nas ciências da vida. Lisboa: Edições 70, 1990. CANGUILHEM, Georges. O normal e o patológico. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1978. CAPRA, Fritjof. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo: Cultrix, 1996. CARNEIRO, Sueli. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2011. CARVALHO, Samuel José Lima de; SILVA, Maria do Socorro Borges da. JOVENS NEGROS COTISTAS NA UNIVERSIDADE PÚBLICA: uma cartografia das resistências. Revista Inter-Ação, v. 50, n. 2, p. 493-508, 8 set. 2025. DOI: 10.5216/ia.v50i2.83102. COLLINS, Patricia Hill. Bem mais que ideias: a interseccionalidade como teoria social crítica. São Paulo: Boitempo Editorial, 2022. COLLINS, Patricia Hill; BILGE, Sirma. Interseccionalidade. São Paulo: Boitempo Editorial, 2021. COLLINS, Patricia Hill et al. Intersectionality as Critical Social Theory. Contemporary Political Theory, v. 20, n. 3, p. 690-725, 17 maio 2021. DOI: 10.1057/s41296-021-00490-0. CONNELL, Raewyn. Conhecimento e justiça social. São Paulo: Boitempo, 2019. CORREIO 24 HORAS. 15 anos de cotas na UFBA: onde eles estão e como estão vivendo. . Disponível em: https://www.correio24horas.com.br/entre/15-anos-de-cotas-na-ufba-onde-eles-estao-e-como-estao-vivendo--1119. Acesso em: 14 ago. 2025. CORREIO BRAZILIENSE. Educafro diz que UFBA fraudou aplicação de cotas raciais. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/concursos/2025/07/7195310-educafro-diz-que-ufba-fraudou-aplicacao-de-cotas-raciais.html. Acesso em: 14 ago. 2025. CRENSHAW, Kimberlé. Demarginalizing the intersection of race and sex: a black feminist critique of antidiscrimination doctrine, feminist theory and antiracist politics. University of Chicago Legal Forum, v. 1989, n. 1, p. 139–167, 1989. CZERESNIA, Diana. O conceito de saúde e a diferença entre prevenção e promoção. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 15, n. 4, p. 701-709, 1999. DEMO, Pedro. Pesquisa participante: mito e realidade. Brasília, DF: Livro Editora, 2001. DIAS, Alder de Sousa; ABREU, Waldir Ferreira de. Contribuições da pós-graduação brasileira em educação às pedagogias decoloniais. Revista Teias, v. 23, n. 71, p. 396-413, 28 nov. 2022. DOI: 10.12957/teias.2022.69360. ENGEL, George L. The need for a new medical model: a challenge for biomedicine. Science, v. 196, n. 4286, p. 129-136, 1977. ERNICA, Mauricio et al. Desigualdades Educacionais no Brasil Contemporâneo: definição, medida e resultados. Dados, v. 68, n. 1, p. 1-20, mar. 2025. DOI: 10.1590/dados.2025.68.1.345. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. 3. ed. Campinas, SP: Papirus, 2008. FERNANDES, Ana Cláudia et al. Interdisciplinaridade: uma utopia repleta de desafios e presente no discurso – percepções de profissionais da reabilitação. Revista Família, Ciclos de Vida e Saúde no Contexto Social, v. 11, n. 2, p. 6818-6833, 22 nov. 2023. FERREIRA, Claudia Aparecida Avelar; NUNES, Simone Costa. TETO DE VIDRO INTERSECCIONAL: barreiras no percurso em direção ao sol. Revista de Administração, Contabilidade e Economia da Fundace, v. 16, n. 1, p. 1-22, 13 fev. 2025. DOI: 10.13059/racef.v16i1.1091. FERREIRA, Edimara Maria et al. Prevalência racial e de gênero no perfil de docentes do ensino superior. Revista Katálysis, v. 25, n. 2, p. 303-315, ago. 2022. DOI: 10.1590/1982-0259.2022.e84603. FLAMENT, Claude. L’analyse de similitude: une technique pour les recherches sur les représentations sociales. Paris: Centre National de la Recherche Scientifique, 1981. FRASER, Nancy; BHATTACHARYA, Tithi. Capital, care and social reproduction. New Left Review, n. 127, p. 79–92, 2021. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a Pedagogia do oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1992. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. FRICKER, Miranda. Epistemic Injustice: Power and the Ethics of Knowing. New York: Oxford University Press, 2007. GELEDES. 15 anos de cotas na UFBA: onde eles estão e como estão vivendo? Disponível em: https://www.geledes.org.br/15-anos-de-cotas-na-ufba-onde-eles-estao-e-como-estao-vivendo/. Acesso em: 14 ago. 2025. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008. GOMES, Nilma Lino. Relações étnico-raciais, educação e descolonização dos currículos. Curríc Frente, v. 1, p. 98-109, 2012. HALL, Stuart. Estudos culturais: dois paradigmas. Mídia, Cultura & Sociedade, v. 2, n. 1, p. 57-72, 1980. HARAWAY, Donna et al. SABERES LOCALIZADOS: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Cadernos Pagu, n. 5, p. 7–41, 1995. HONORATO, Gabriela. Caminhos distintos, enfrentamentos semelhantes. Latitude, p. 136-161, 5 ago. 2025. DOI: 10.28998/lte.2024.n.2.18058. HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2017. JANTSCH, Ari Paulo; BIANCHETTI, Lucídio (Org.). Interdisciplinaridade: pensamento e ação na educação. São Paulo: Cortez, 1995. JAPIASSU, Hilton. Interdisciplinaridade e patologia do saber. Rio de Janeiro: Imago, 1976. KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Cobogó, 2020. KRENAK, Ailton. A vida não é útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. KRIPKA, Raquel Maria et al. Pesquisa documental: considerações sobre conceitos e características na pesquisa qualitativa. Revista de Enfermagem da UFSM, Santa Maria, v. 5, n. 2, p. 433-439, 2015. LIMA, Márcia et al. Apresentação: inclusão racial no ensino superior. Novos Estudos - Cebrap, v. 39, n. 2, p. 245-254, ago. 2020. Disponível em: http://dx.doi.org/10.25091/s01013300202000020001. Acesso em: 14 ago. 2025. LISBÔA, F. M. Racismo linguístico e os indígenas Gavião na universidade: língua como linha de força do dispositivo colonial. 3. ed. Salvador: EDUFBA, 2022. DOI: 10.7476/9786556308791. LUGONES, María. Colonialidade e gênero. Belo Horizonte: Autêntica, 2020. LUGONES, María. Methodological Notes Toward a Decolonial Feminism. In: ISASI-DÍAZ, A. M.; MENDIETA, E. (Ed.). Decolonizing Epistemologies. New York: Fordham, 2012. p. 68-86. MARIUZZO, Patrícia. Novas cores e contornos na Universidade - o perfil do estudante universitário brasileiro: país avança na inclusão de estudantes no ensino superior, mas políticas públicas precisam de aperfeiçoamentos, especialmente as de permanência. Ciência e Cultura, v. 75, n. 1, p. 0-22, 2023. DOI: 10.5935/2317-6660.20230012. MBEMBE, Achille; MARTINS, LPL Pesar as vidas. Ágora (Rio J), v. 26, p. 1-4, 2023. METRO1. Levantamento aponta que 75,6% dos alunos são negros na UFBA. Disponível em: https://www.metro1.com.br/noticias/cidade/74455%2Clevantamento-aponta-que-756-dos-alunos-sao-negros-na-ufba. Acesso em: 14 ago. 2025. MIGNOLO, Walter D. COLONIALIDADE: o lado mais escuro da modernidade. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 32, n. 94, p. 01, 2017. DOI: 10.17666/329402/2017. MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12. ed. São Paulo: Hucitec, 2009. MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. In: CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINAYO, Maria Cecília de Souza; SÁ, Cristina Landim de (Org.). Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 2014. p. 21-42. MINAYO, Maria Cecília de Souza. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 2001. MIRANDA, Ana Paula Mendes de et al. “Eu escrevo o quê, professor (a)?”: notas sobre os sentidos da classificação racial (auto e hetero) em políticas de ações afirmativas. Revista de Antropologia, v. 63, n. 3, p. 0-23, 17 dez. 2020. DOI: 10.11606/1678-9857.ra.2020.178854. MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. Rio de Janeiro, RJ: Paz e Terra, 1978. NICOLESCU, Basarab. O manifesto da transdisciplinaridade. São Paulo: Triom, 2001. NUNES, Everton Barbosa; SILVANO, Antônio Marcos da Costa. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E EVASÃO DISCENTE: uma análise no curso técnico. Educação em Revista, v. 40, p. 1-19, 2024. DOI: 10.1590/0102-469836039. OLIVEIRA, Jeferson Maske de; ABREU, Patrícia Ferreira de. CONVERSAS COM COTIDIANOS: COLONIALISMO, RESISTÊNCIA E INJUSTIÇA COGNITIVA EM ESCOLAS DE COMUNIDADE. Communitas, Rio Branco, v. 1, n. 2, p. 362–380, 2017. Disponível em: https://periodicos.ufac.br/index.php/COMMUNITAS/article/view/1427. Acesso em: 22 ago. 2025. PEDUZZI, Marina. Equipe multiprofissional de saúde: conceito e tipologia. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 35, n. 1, p. 103-109, 2001. PEIXOTO, Adriano de Lemos Alves et al. Cotas e desempenho acadêmico na UFBA: um estudo a partir dos coeficientes de rendimento. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior (Campinas), v. 21, n. 2, p. 569-592, jul. 2016. DOI: 10.1590/s1414-40772016000200013. PENRABEL, Rafaela et al. Competency-based medical education: an analysis of the mandatory internships of medical courses. International Journal of Learning, Teaching and Educational Research, v. 23, p. 402-422, 2024. PETERS, Michael A. Por que meu currículo é branco? Uma breve genealogia da resistência. In: ARDAY, J.; MIRZA, H. (Ed.). Desmantelando a raça no ensino superior. Palgrave MacMillan, 2018. p. 253-270. PIMENTEL, Antonio. O método de análise documental: seu uso numa pesquisa historiográfica. Cadernos de Pesquisa, v. 179-195, 2001. PIMENTEL, Simone. A pesquisa documental na investigação educacional. Revista Brasileira de Pesquisas Educacionais, Cuiabá, v. 17, n. 43, p. 301-318, jan./abr. 2017. PISCITELLI, Adriana. Interseccionalidades revisadas. Cadernos Pagu, n. 63, p. 1–27, 2021. PUAR, Jasbir. Terrorist assemblages: homonationalism in queer times. Durham: Duke University Press, 2017. QUIJANO, Aníbal. Colonialidad del Poder y Clasificacion Social. Journal of World-Systems Research, v. 6, n. 2, p. 342-386, 2000. Disponível em: https://jwsr.pitt.edu/ojs/jwsr/article/download/228/240/313. Acesso em: 14 ago. 2025. REDDIT. Depoimentos de estudantes da UFBA sobre permanência e desafios. Disponível em: https://www.reddit.com/r/UFBA/comments/1is09y6. Acesso em: 14 ago. 2025. REEVES, Scott et al. Interprofessional education: effects on professional practice and healthcare outcomes (update). Cochrane Database of Systematic Reviews, Issue 3. Art. No.: CD002213, 2013. REPOSITÓRIO UFBA. Inclusão docente e políticas de cotas: análise de concursos públicos. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41005. Acesso em: 14 ago. 2025. RESENDE, Augusto César Leite de. Racismo recreativo, liberdade de expressão e fraternidade: algumas aproximações. Revista Direito e Práxis, v. 15, n. 4, p. 1-31, 2024. DOI: 10.1590/2179-8966/2024/75012. RIBEIRO, Djamila. Lugar de fala. São Paulo: Pólen, 2019. RODRIGUES, Cristiano; FREITAS, Viviane Gonçalves. Feminismo Negro e Interseccionalidade em Periódicos Brasileiros (1992-2020). Revista Estudos Feministas, v. 31, n. 2, p. 1-22, 2023. DOI: 10.1590/1806-9584-2023v31n292874. ROMERO BACHILLER, Carmen; MONTENEGRO, Marisela. Políticas públicas para a gestão da diversidade sexual e de gênero: Uma análise interseccional. Psicoperspectivas, v. 17, n. 1, p. 1-14, 2018. SANTOS, Boaventura de Sousa et al. As Epistemologias do Sul num mundo fora do mapa. Sociologias, v. 18, n. 43, p. 14-23, dez. 2016. DOI: 10.1590/15174522-018004301. SANTOS, Silvio Matheus Alves. O método da autoetnografia na pesquisa sociológica: atores, perspectivas e desafios. Plural, v. 24, n. 1, p. 214-241, 30 ago. 2017. DOI: 10.11606/issn.2176-8099.pcso.2017.113972. SANTOS TOBIAS, Liliane; OLIVEIRA PEREIRA, Maria das Graças. Articulação teórico-prática na formação profissional: proposta didática crítico-reflexiva no estágio curricular. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, v. 2, n. 23, p. e14017, 2023. SHIMODA-SAKANO, Tania Miyuki et al. Epidemiology of pediatric cardiopulmonary resuscitation. Jornal de Pediatria, v. 96, n. 4, p. 409-421, jul. 2020. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1016/j.jped.2019.08.004. SILVA, Caio Vinicius dos Santos et al. O percurso da política de cotas na UFBA: implantação, acesso e desempenho acadêmico. Educação em Análise, Londrina, v. 10, p. 1-21, 2025. DOI: 10.5433/1984-7939.2025.v10.52662. SILVA, Debora Bernardo da et al. Evasão no ensino superior público do Brasil: estudo de caso da universidade de são paulo. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior (Campinas), v. 27, n. 2, p. 248-259, ago. 2022. DOI: 10.1590/s1414-40772022000200003. SILVA, Lívia et al. Processos de mortalidade escolar e desigualdades universitárias. Revista Brasileira de Educação, v. 27, p. 1–22, 2022. SILVA, Nilton Oliveira da; FREIRE, Fátima de Souza. Teaching for sustainability in Brazilian higher education from the perspective of the Sustainable Development Goals. Revista Brasileira de Educação, v. 28, n. 8, p. 129, dez. 2023. SILVA, Tomaz Tadeu da. Currículo e identidade social. In: SILVA, Tomaz Tadeu da. Alienígenas na sala de aula: Uma introdução aos estudos culturais da educação. Petrópolis: Vozes, 1995. SPAGNOL, Carla Aparecida et al. Interprofessionality and interdisciplinarity in health: reflections on resistance from concepts of institutional analysis. Saúde em Debate, v. 46, n. 6, p. 185-195, 2022. UFBA – UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA. “Mais negra e inclusiva, UFBA precisa de mais verba para assistência estudantil.” UFBA em Pauta, 2018. Disponível em: https://www.ufba.br/ufba_em_pauta/mais-negra-e-inclusiva-ufba-precisa-de-mais-verba-para-assistencia-estudantil. Acesso em: 14 ago. 2025. UFBA – UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA. Resolução nº 01/2004. Estabelece reserva de vagas na seleção para os cursos de graduação da UFBA realizada através do Vestibular. Salvador: UFBA, 2004. Disponível em: https://www.ufba.br/sites/portal.ufba.br/files/Resolu%C3%A7%C3%A3o%2001.2004.pdf. Acesso em: 20 fev. 2025. UFBA – UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA. Resolução nº 04, de 31 de maio de 2023. Estabelece normas para implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais referentes à Educação das Relações Étnico-Raciais, Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, Educação em Direitos Humanos e Educação Ambiental nos Projetos Pedagógicos de Curso (PPC) da UFBA. Salvador: UFBA, 2023. UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA. Projeto Pedagógico do Bacharelado Interdisciplinar. Salvador: UFBA, 2013. VERAS, Renata Meira et al. A formação em regime de ciclos do Bacharelado Interdisciplinar em Saúde da Universidade Federal da Bahia e a proposta de Educação Interprofissional. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior, Sorocaba, v. 23, n. 2, 2018. VERAS, Renata Meira et al. A trajetória da criação dos Bacharelados Interdisciplinares na Universidade Federal da Bahia. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior (Campinas), v. 20, n. 3, p. 621-641, nov. 2015. DOI: 10.1590/s1414-40772015000300004. VERAS, Renata Meira et al. Interseccionalidade gênero-raça-classe na formação de profissionais de saúde na UFBA, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 5, p. 0-23, maio 2025. DOI: 10.1590/1413-81232025305.02132025. WALDOW, Vera Regina. Cuidado humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Vozes, 2004. WERNECK, Jurema. Racismo institucional e saúde da população negra. Saúde Soc, v. 25, n. 3, p. 535-549, 2016. WILLIAMS, David R. Raça e saúde: questões básicas, direções emergentes. Annals of Epidemiology, v. 7, n. 5, p. 322-333, 1997. | pt_BR |
| dc.type.degree | Mestrado Acadêmico | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPGEISU) | |
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| defesa_raren-_para_colegiado.pdf Restricted Access | Dissertação_Ráren Paulo Araújo | 979,95 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir Solicitar uma cópia |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.