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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/43617
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorPassos, Sarah de Souza-
dc.date.accessioned2025-12-05T16:16:21Z-
dc.date.available2025-12-05T16:16:21Z-
dc.date.issued2025-09-15-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/43617-
dc.description.abstractIn a global context of inequality, the state and issues of race work together to shape, perpetuate, and promote the capitalist system. As Brazil is part of the global neoliberal capitalist context, racist actions by the state occur when different types of racism and racial exclusion can be identified in public policies, narratives, and state conceptions in our country. This dynamic manifests itself through the “whiteness of the state.” In Salvador, this logic is expressed in historical processes of pathologization and criminalization of racialized spaces such as the São Joaquim Market. The São Joaquim Market, however, constitutes a multiple territory of existence, resistance, and production of life. Beyond commerce, the market is home to social, religious, emotional, and housing relationships, challenging the hegemonic narratives imposed by the state. The research takes as its premise that Salvador is a black city, although the black presence in the conformation of urban space has been historically silenced. It also considers architecture as an instrument of the state’s whiteness in the construction of visual and material discourses about the market. As a final premise, the market is recognized as a powerful space of existence, wealth, life, and multiple possibilities, especially through photographic and historical records such as those of photographer Lázaro Roberto, founder of the Zumvi Afro-Photographic Archive. The research traces two main threads: the renovation projects and plans promoted by the state and notions of heritage. Based on Lázaro’s images, the black light — guided by Denise Ferreira da Silva — points to paths that go beyond the whiteness of the state. As other perspectives emerge, the black centrality of the market and its production of positive culture and visualities are investigated. Thus, the study seeks to contribute to the expansion of narratives about the São Joaquim Market as a territory of dispute, resistance, and imagination of other possible futures.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectbranquidade do Estadopt_BR
dc.subjectracialização do espaço urbanopt_BR
dc.subjectFeira de São Joaquimpt_BR
dc.subjectZumvipt_BR
dc.subjectluz negrapt_BR
dc.subject.otherwhiteness of the Statept_BR
dc.subject.otherracialization of urban spacept_BR
dc.subject.otherSão Joaquim Marketpt_BR
dc.subject.otherZumvipt_BR
dc.subject.otherblack lightpt_BR
dc.titleA feira é o mundo : a branquidade do Estado e a luz negra do Zumvi na Feira de São Joaquimpt_BR
dc.title.alternativeThe market is the world : state whiteness and the black light of Zumvi in the São Joaquim marketpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPGAU) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ARQUITETURA E URBANISMOpt_BR
dc.contributor.advisor1Mortimer, Junia Cambraia-
dc.contributor.referee1Paterniani, Stella Zagatto-
dc.contributor.referee2Pereira, Josemeire Alves-
dc.contributor.referee3Rosa, Thaís Troncon-
dc.contributor.referee4Mortimer, Junia Cambraia-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7895755186440261pt_BR
dc.description.resumoEm um contexto mundial de produção de desigualdades, o Estado e questões de racialidade atuam conjuntamente na formação, perpetuação e fomento do sistema capitalista. Estando o Brasil inserido no contexto capitalista neoliberal global, as ações racistas do Estado acontecem quando diferentes tipos de racismo e operações de banimento racial podem ser identificados em políticas públicas, narrativas e concepções estatais em nosso país, essa dinâmica se manifesta por meio da “branquidade do Estado”. Em Salvador, essa lógica se expressa em históricos processos de patologização e criminalização de espaços racializados como a Feira de São Joaquim. A Feira de São Joaquim, no entanto, constitui-se como território múltiplo de existência, resistência e produção de vida. Para além do comércio, a feira abriga relações sociais, religiosas, afetivas e de moradia, desafiando as narrativas hegemônicas impostas pelo Estado. Esta pesquisa parte da premissa de Salvador como uma cidade negra, embora a presença negra na conformação do espaço urbano tenha sido historicamente silenciada. Considera também a arquitetura como instrumento da branquidade do Estado na construção de discursos visuais e materiais sobre a feira. Como última premissa, a feira é reconhecida como espaço potente de existência, riqueza, vida e múltiplas possibilidades, especialmente através de registros fotográficos e históricos como os do fotógrafo Lázaro Roberto, fundador do Arquivo Afro-Fotográfico Zumvi. A pesquisa traça dois fios condutores: os projetos e planos de reforma promovidos pelo Estado e as noções de patrimônio. A partir das imagens de Lázaro, a luz negra – pautada por Denise Ferreira da Silva – aponta caminhos que vão além da branquidade do Estado. Emergindo outras perspectivas, investigam-se a centralidade negra da feira e sua produção de cultura e visualidades positivas. Assim, o estudo busca contribuir para a ampliação de narrativas sobre a Feira de São Joaquim como território de disputa, resistência e imaginação de outros futuros possíveis.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Arquiteturapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGAU)

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