Skip navigation
Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41981
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorLopes, Isabella Illana Ferreira-
dc.date.accessioned2025-05-12T12:55:51Z-
dc.date.available2025-05-12T12:55:51Z-
dc.date.issued2025-03-25-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41981-
dc.description.abstractThis dissertation proposes a critical revision of the “oficial” narrative surrounding the construction of Brasília, highlighting how discourses legitimized by state institutions and historical documents have silenced the contributions of candangas—the women who helped build the city. From a feminist, intersectional, and decolonial perspective, the study analyzes their participation in the urban formation of the capital between 1956 and 1970, with emphasis on the intersections of gender, race, and class. The research is primarily based on secondary sources, prioritizing studies produced by women or with significant female co-authorship, as a way to reinscribe historically subaltern knowledge into academic records. By questioning the effects of the sexual division of labor, the research seeks to understand the concrete contributions of these women to the city’s construction. It argues that they performed a wide range of roles — including secretaries, telephone operators, typists, civil servants, entrepreneurs, engineers, architects, urban planners, topographers, nurses, doctors, teachers, social project managers, political representatives, drivers, merchants, cooks, seamstresses, laundry workers, domestic caregivers, and prostitutes/sex workers — and were essential to the material, social, and symbolic support of the capital. By exploring the intersection between body and city, the dissertation reveals how these women wove, with their labor and presence, the everyday life of the so-called “improvised cities,” such as Vila Amaury and Vila Núcleo Bandeirante, thus establishing a form of protagonism that had been rendered invisible. In this way, this research contributes to urban studies by adopting a counter-hegemonic approach and simultaneously promotes the recognition and appreciation of subjects historically obscured in the construction of Brasília.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectBrasíliapt_BR
dc.subjectCorpo-cidadept_BR
dc.subjectDesocultação históricapt_BR
dc.subjectMulheres candangaspt_BR
dc.subject.otherBrasíliapt_BR
dc.subject.otherBody-citypt_BR
dc.subject.otherHistorical unveilingpt_BR
dc.subject.otherCandanga womenpt_BR
dc.titleA Brasília oculta das candangas : o direito à história da cidadept_BR
dc.title.alternativeThe hidden Brasília of the candangas : the right to the city's historypt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPGAU) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.contributor.advisor1Figueiredo, Glória Cecília dos Santos-
dc.contributor.referee1Pereira, Gabriela Leandro-
dc.contributor.referee2Araújo, Mayara Mychella Sena-
dc.contributor.referee3Heimer, Rosa Dos Ventos-
dc.contributor.referee4Figueiredo, Glória Cecília dos Santos-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1474725157885482pt_BR
dc.description.resumoEsta dissertação propõe uma revisão crítica da narrativa “oficial” sobre a construção de Brasília, desocultando como os discursos legitimados por instituições estatais e documentos históricos silenciaram as contribuições das mulheres candangas. A partir de uma perspectiva feminista, interseccional e decolonial, o estudo analisa a participação dessas mulheres no processo de formação urbana da capital, entre os anos de 1956 a 1970, com ênfase nas intersecções entre gênero, raça e classe. A investigação baseia-se majoritariamente em fontes secundárias, priorizando estudos produzidos por mulheres ou com expressiva coautoria feminina, como forma de reinscrever os saberes historicamente subalternizados nos registros acadêmicos. Ao questionar os efeitos da divisão sexual do trabalho, a pesquisa busca compreender quais foram as contribuições concretas das mulheres candangas na construção da cidade. Defende-se que elas exerceram funções diversas — secretárias, telefonistas, datilógrafas, funcionárias públicas, empresárias, engenheiras, arquitetas, urbanistas, topógrafas, enfermeiras, médicas, professoras, gestoras de projetos sociais, representantes políticas, motoristas, comerciantes, cozinheiras, costureiras, lavadeiras, cuidadoras do lar e prostitutas/trabalhadoras do sexo —, sendo essenciais para a sustentação material, social e simbólica da capital. Ao abordar a interseção entre corpo e cidade, a pesquisa revela como essas mulheres teceram, com seus corpos e ofícios, o cotidiano das chamadas “cidades improvisadas”, como Vila Amaury e Vila Núcleo Bandeirante, constituindo um protagonismo até então invisibilizado. Dessa forma, esta pesquisa contribui para os estudos urbanos ao adotar uma abordagem contra-hegemônica e, simultaneamente, promove o reconhecimento e a valorização de sujeitas historicamente ocultadas na construção de Brasília.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Arquiteturapt_BR
dc.type.degreeMestrado Acadêmicopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGAU)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Dissertacao Isabella I. F. Lopes.pdf9,48 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir
Mostrar registro simples do item Visualizar estatísticas


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.