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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41884
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorOvalhe, Emily de Oliveira-
dc.date.accessioned2025-04-25T13:20:12Z-
dc.date.available2025-04-25T13:20:12Z-
dc.date.issued2025-02-14-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/41884-
dc.description.abstractLogical consequence in Classical Logic is traditionally interpreted as truth preservation. Following the emergence of alternative logics – particularly paraconsistent and paracomplete logics, which reject, respectively, the principle of explosion and the principle of excluded middle – the debate on how to interpret the consequence relation in such systems gains relevance in philosophy of logic. According to Graham Priest’s dialetheism, paraconsistency is necessary to adequately model natural reasoning, given the existence of true contradictions. However, the preference for paraconsistent and paracomplete systems may be motivated by different reasons, not necessarily related to a specific perspective on the notion of truth. One can interpret logical consequence, for instance, as preservation of availability of information, as in Belnap-Dunn’s four-valued logic. The epistemic approach to paraconsistency, developed by Carnielli and Rodrigues, is a proposal for interpreting certain paraconsistent and paracomplete systems in terms of preservation of availability of evidence, according to which contradictions are understood as conflicting evidence and excluded middle violations are understood as lack of evidence concerning a given proposition. Furthermore, this approach distinguishes between non-conclusive evidence, which allows for paraconsistent and paracomplete cases, and conclusive evidence, for which the classical treatment should be recovered. This approach was developed alongside a family of formal systems called Logics of Evidence and Truth, which incorporate a classicality operator into their vocabulary, enabling the recovery of classical treatment for specific propositions. These systems, interpreted as intended, are not in conflict with Classical Logic, as they align with logical pluralism – according to which there is no single correct logical system – as opposed to logical monism, defended, for instance, by Graham Priest. This study aims to present the epistemic approach to paraconsistency and paracompleteness, as well as to analyze and discuss some criticisms directed at it, emphasizing issues related to the notions of evidence and information, as well as the opposition between the epistemic approach and Priest’s dialetheism.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectContradições epistêmicaspt_BR
dc.subjectDialeteísmopt_BR
dc.subjectLógicas da Evidência e Verdadept_BR
dc.subjectParaconsistênciapt_BR
dc.subjectPluralismo lógicopt_BR
dc.subject.otherDialetheismpt_BR
dc.subject.otherEpistemic contradictionspt_BR
dc.subject.otherLogical pluralismpt_BR
dc.subject.otherLogics of Evidence and Truthpt_BR
dc.subject.otherParaconsistencypt_BR
dc.titleLógica, informação e evidência: sobre a abordagem epistêmica da paraconsistênciapt_BR
dc.title.alternativeLogic, information and evidence: on the epistemic approach to paraconsistencypt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA::LOGICApt_BR
dc.contributor.advisor1Almeida, Henrique Antunes-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-2089-8957pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3369834990411277pt_BR
dc.contributor.referee1Almeida, Henrique Antunes-
dc.contributor.referee1IDhttps://orcid.org/0000-0003-2089-8957pt_BR
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3369834990411277pt_BR
dc.contributor.referee2Rodrigues Filho, Abílio Azambuja-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9709258164498165pt_BR
dc.contributor.referee3Boccardi, Emiliano-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/9966167651040363pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0480558605805671pt_BR
dc.description.resumoA relação de consequência lógica da Lógica Clássica é tradicionalmente interpretada em termos de preservação de verdade. Com o advento de lógicas alternativas, em especial as lógicas paraconsistentes e paracompletas – que rejeitam, respectivamente, o princípio da explosão e o princípio do terceiro excluído –, a discussão acerca de como interpretar a relação de consequência lógica nesses sistemas ganha relevância na filosofia da lógica. Segundo o dialeteísmo de Graham Priest, a paraconsistência é necessária para modelar adequadamente o raciocínio natural, tendo em vista a existência de contradições verdadeiras. Entretanto, a preferência por sistemas paraconsistentes e paracompletos pode ser motivada por razões diversas, não necessariamente relativas a uma perspectiva acerca da noção de verdade. A relação de consequência lógica pode ser interpretada, por exemplo, como preservação de disponibilidade de informação, como é o caso da lógica quatro-valorada de Belnap-Dunn. A abordagem epistêmica da paraconsistência, desenvolvida por Carnielli e Rodrigues, é uma proposta de interpretação de alguns sistemas paraconsistentes e paracompletos em termos de preservação de disponibilidade de evidência, de modo que as contradições toleradas são compreendidas como evidências conflitantes, e as violações do terceiro excluído são compreendidas como falta de evidência acerca de certa proposição. Ademais, a abordagem diferencia entre evidências não-conclusivas, para as quais são possíveis casos paraconsistentes e paracompletos; e evidências conclusivas, para as quais o tratamento clássico deve ser recuperado. Essa abordagem foi proposta em paralelo às Lógicas da Evidência e Verdade, uma família de sistemas formais que incluem em seu vocabulário um operador de classicalidade, possibilitando a retomada do tratamento clássico para algumas proposições. Esses sistemas, interpretados da maneira proposta, não entram em conflito com a Lógica Clássica, pois estão em consonância com o pluralismo lógico, tese segundo a qual não existe um único sistema lógico correto, em oposição a um monismo lógico, defendido, por exemplo, por Graham Priest. O presente trabalho tem como objetivo apresentar a abordagem epistêmica da paraconsistência e paracompletude, assim como analisar e discutir algumas das críticas direcionadas a ela, destacando as questões relacionadas às noções de evidência e informação, assim como a oposição entre a abordagem epistêmica e o dialeteísmo de Priest.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
dc.type.degreeBachareladopt_BR
dc.publisher.courseFILOSOFIApt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Filosofia (FFCH)

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