| dc.relation.references | Augustus EARLE; Denis DIGHTON [?] [desenho]. Edward FINDEN [gravação e
colorimento]. Dona Maria de Jesus. 1824. Água-forte e aquarela, 25 x 19,2 cm. Coleção
Anne S. K. Brown, Brown University, Providence.
Augustus Earle. Soldado feminina sul-americana, aquarela, 1824?, 17,1 x 14,3 cm,
National Library of Australia.
Henry Chamberlain (atribuído a). A Brazilian amazon, 1823. 19 x 15,5 cm, aquarela e
grafitesobre papel. Coleção Brasiliana da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil.A Canção de Rolando. Tradução, notas e prefácio de Lígia Vassalo. Rio de
Janeiro: F. Alves, 1988.
CERQUEIRA E SILVA, Ignacio Accioli de. Memorias historicas, e politicas de provincia da
Bahia: Volumes 1-2. 1825, nota 67.
DORIA, Franklin Americo de Menezes. A Heroína. In: Enlevos, Pernambuco: Typographia
Universal, 1859.
GRAHAM, Maria. Journal of a voyage to Brazil and residence there, during part of the years
1821, 1822, 1823. Londres: Longman, Hurst, Rees, Orme, Brown, e Green, e J. Murray. 1824.
MACEDO, Joaquim Manuel de, Anno biographico brazileiro 1820-1822. Rio de Janeiro:
Typ. e Lithographia do Imperial Instituto Artistico. 1876.
REBOUÇAS, Antônio Pereira. Recordações Patrióticas. Rio de Janeiro: Typ. G. Leuzinger &
Filhos, Ouvidor 31, 1879.
SABINO, Ignez. Mulheres illustres do Brasil. Edição facsimilar. Florianópolis: Editora das
Mulheres, 1996 [1899].
SILVA, Joaquim Norberto de S. Cantos épicos. Rio de Janeiro: Typographia Universal de
Laemmert, 1861.
SILVA, Joaquim Norberto de S. Brasileiras Célebres. Brasília: Senado Federal, 1997, facsímile de: Rio de Janeiro: Garnier, 1862.WARDEN, David Baillie. Histoire de l’empire du Brésil, dupuis sa découverte jusqu'a nos
jours (v.1; v.2). Paris: Chez l’éditeur, 1832.Império do Brasil: Diário Oficial do Governo do Ceará. Ceará. 24 jul 1823, nº 00002
Sentinela da Liberdade à Beira Mar da Praia Grande, nº15, Rio de Janeiro, 13 set. 1823.
Astro de Minas, nº 515, 19 nov 1829.
Luz Brasileira, nº15, Rio de Janeiro, 30 out 1829.BARRETO, José Pereira. O Brasil a Maria Quitéria. Estátua. Largo da Soledade, Salvador,
BA.
FAILUTTI, Domenico. D. Leopoldina e seus filhos. 1921. Óleo sobre tela. Acervo do Museu
Paulista, São Paulo, SP.
LIMA, Alberto. Maria Quitéria. Desenho. 1945. In.: VIDAL, Barros. Precursoras
Brasileiras. Rio de Janeiro: A Noite. 1945.
R. T. OLIVEIRA. Retrato de Maria Quitéria, 1953. Óleo sobre tela. Paço Municipal Maria
Quitéria. Feira de Santana, BA. Fonte: Acervo pessoal de Nathan Gomes (2022).
SILVA, Presciliano. Entrada do Exército Libertador, 1929-30. Óleo sobre tela, 150 x 300 cm.
Paço Municipal de Salvador.
ALMEIDA, Antônio da Rocha. Vultos Nacionais, v.II. Porto Alegre, RS: Globo S.A. 1964.
ALVES, Fernando. Biografia de Maria Quitéria de Jesus. Salvador, 1952.
DE SOUZA, Bernardino José. Heroínas baianas: Joanna Angélica, Maria Quitéria, Anna
Nery. Editora Paralelo, 1972. (Disponível em: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro).
GALENO, Henriqueta. Maria Quitéria de Jesus, heroína brasileira. In: Revista da Academia
Cearense de Letras. (Conferência realizada na “Casa de Juvenal Galeno” em homenagem a
General Humberto Castelo Branco e Exma. espôsa, Dª. Argentina Viana Castelo Branco, em
maio de 1945), pp. 135-147, 1945.
GONÇALVES, Osvaldo de Sales. Honra e Glória à Maria Quitéria. Feira de Santana, Ba:
Radami, 1995. (Disponível em: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro).
JUNQUEIRA, João. (Org.). A Conquista da Independência. Bahia, Br: Departamento
Estadual de Imprensa e Propaganda, 1943.
REIS JR, Pereira. Maria Quitéria. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultura, 1953.SILVA, Alberto. A Cidade do Salvador: aspectos seculares. Bahia: Imprensa Oficial da
Bahia, 1957.
TAUNAY, Affonso de. Grandes Vultos da Independencia Brasileira. In: Publicação
comemorativa do primeiro centenário da independência nacional. Companhia
Melhoramentos de S. Paulo. (Weiszflog Irmãos Incorporado). São Paulo, 1922.
TAUNAY, Afonso (Director, em Comissão, do Museu). Exmo. Snr. Dr. Alarico Silveira (D.
D. Secretário do Interior). Carta. São Paulo, 26 de fevereiro de 1921.
VIDAL, Barros. Precursoras Brasileiras. Rio de Janeiro: A Noite. 1945.
VESENTINI, Carlos Alberto. Maria Quitéria de Jesus: história e cinema. In.: Anais do Museu
Paulista. Tomo XXIX. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1979.Diário de Notícias. Ano 78, nº 15.299, Salvador, 21 ago 1953. Acervo do Instituto Histórico
e Geográfico da Bahia. ALBUQUERQUE, Wlamyra Ribeiro de. Algazarra nas ruas: comemorações da
Independência na Bahia (1889-1923). Campinas: UNICAMP, 1999.
ANCHIETA, Isabelle. Revolucionárias: Joana D’Arc e Maria Quitéria. São Paulo: Planeta
do Brasil, 2024.
ANDERSON, Benedict. Comunidades imaginadas. Reflexões sobre a origem e a difusão
do nacionalismo. Trad. Denise Bottman. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
ANDRADE, Suélen dos Reis. “Mas lembrai-vos que manejo as armas”: Como os jornais
brasileiros abordaram a participação de Maria Quitéria de Jesus nos movimentos de
Independência do Brasil na Bahia (1823-1829). 2021. Trabalho de Conclusão de Curso
(Licenciatura em História) – Instituto de Ciências Humanas, Universidade Federal de
Pelotas, Pelotas, 2021.
AMARAL, Flávia. História e ressignificação: Joana d’Arc e a historiografia francesa da
primeira metade do século XIX. 2012. Tese (Doutorado). FFCH/USP. São Paulo, 2012.
APPADURAI, Arjun. The past as a scarce resource. Man, v. 16, no. 2, 1981.
ARAS, Lina Maria Brandão. Uma guerra de todos: A Independência do Brasil na Bahia, pp.
251- 284. In: Capítulo de História da Bahia: Independência, Salvador: EDUNEB, 2017.
AJZENBERG, Elza. A Semana de Arte Moderna de 1922 – cem anos depois. Revista USP.
São Paulo, n. 132, p. 214-230, janeiro/fevereiro/março de 2022ALVES, Maria Elaene Rodrigues. Feminismo e mulheres na resistência à ditadura brasileira
de 1964-1985. Revista da Faculdade de Serviço Social da Universidade do Estado do Rio de
Janeiro. Rio de Janeiro, n. 47, v. 19, p. 50-65, 1 sem. 2021.
ANZALDÚA, Gloria. Borderlands/La Frontera: The New Mestiza. San Francisco: Aunt Lute
Books, 1987.
AVELAR, Alexandre de Sá. A biografia como escrita da História: Possibilidades, limites e
tensões. Dimensões, v. 24, p. 157-172, 2010.
BALDAIA, Fabio Peixoto Bastos. A Festa, o Drama e a Trama: cultura e poder nas
comemorações da Independência da Bahia (1959-2017). 235f. 2018. Tese (Doutorado) –
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador,
2018.
BARROS, José D’Assunção. Fontes Históricas: revisitando alguns aspectos Primordiais
para a Pesquisa Histórica. Mouseion, n. 12, mai/ago. 2012.
______________________. Sobre o uso dos jornais como fontes históricas – uma síntese
metodológica. Revista Portuguesa de História, t. LII, 2021.
BASILE, Marcelo. O laboratório da nação: a era regencial (1831-1840). In: Grinberg,
Keila; Salles, Ricardo (Org.). O Brasil imperial (1831-1870). v.2. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira. 2009.
BESSONE, Tânia; RIBEIRO, Gladys. GONÇALVES, Monique e MOMESSO, Beatriz
(Orgs.). Cultura escrita e circulação de impressos no Oitocentos. São Paulo: Alameda,
2016.
BERNSTEIN, Serge. “A cultura política”. In: Jean-Pierre Rioux e Jean-François. Sirinelli
(Dir.). Para uma História cultural. Lisboa: Editorial Estampa 1998.
BLOCH, Marc. Apologia da História ou o ofício do historiador. Trad. André Telles. Rio
de Janeiro, RJ: Jorge Zahar Editor Ltda, 2002.
BOURDIEU, Pierre. A ilusão biográfica. In: AMADO, Janaína e FERREIRA, Marieta de
Moraes. Usos e abusos da história oral. (8ª edição) Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006,
pp. 183-191.
BOURDIEU, Pierre. A dominação masculina. Tradução de Maria Helena Kühner. 2 ed. Rio
de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.
BRAUNSTEIN, P. Abordagens da intimidade nos séculos XIV-XV, In: História da vida
privada v. 2. ARIÈS, P. e DUBY, G. (orgs.). São Paulo, Cia das Letras. Ed. Bolso. 1990.
BRITO, Marianna Vial. O efeito Maria Quitéria. Revista do Ministério Público Militar, Ano
XLVII, n. 36, p. 150-167, março 2022.
BUTLER, Judith P. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Trad.:
Renato Aguiar. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2003.CANDIDO, Antonio. O romantismo no Brasil. São Paulo: Humanitas, 2004.
CARBONI, Maria Cecília Conte. Maria Quitéria: O Movimento Feminino pela Anistia e sua
imprensa (1975-1979). Dissertação de Mestrado em História Social – Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo, São Paulo, 2008.
CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem: a elite política. Teatro das
Sombras: a política imperial. 5ª edição – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.
CARVALHO, Maria Alice Rezende de. Irineu Marinho, imprensa e cidade. Rio de Janeiro:
Globo Livros/Memória Globo, 2012.
CASTRO, Hebe. História Social. In: CARDOSO, C.; VAINFAS, R. (Orgs.). Domínios da
História: ensaios de metodologia. Rio de Janeiro, Campus, 1997
CAULFIELD, Sueann. Em defesa da honra: Moralidade, Modernidade e Nação no Rio de
Janeiro (1918-1940). Campinas: Editora da UNICAMP, 2000.
CERDAN, M. A. Maria Graham e a escravidão no Brasil. Entre o olhar e o bico de pena
e os leitores do diário de uma viajante inglesa no século XIX. História Social, v. 1, n. 10.
2003., pp. 121-148.
CHALHOUB, Sidney. Cidade febril: cortiços e epidemias na Corte imperial. São Paulo:
Companhia das Letras, 1996.
CHAPELAIN, Jean. Lettres de Jean Chapelain, de l’Academie Française. Publicado por
Ph. Tamizey de Larroque. Paris: Impr. Nationale, 1880-1883, v. II.
CHIMENEZ, Ana Caroline de Oliveira., RONCATO, Carina Lamas., GITIRANA, Julia
Heliodoro Souza. A construção da mulher como sujeita constitucional na história
brasileira: a princesa imperial e os direitos políticos. Programa de Apoio à Iniciação
Científica, PAIC 2019-2020, FAE: Centro Universitário. Núcleo de Pesquisa Acadêmica,
NPA.
Coleção de Leis do Império do Brasil - 1/8/1822, Página 125 Vol. 1 (Publicação Original).
COELHO, Raphael Pavão Rodrigues. A memória de uma heroína: a construção do mito de
maria Quitéria pelo exército brasileiro (1953). Dissertação de Mestrado. Niterói: UFF.
2019.
CORBIN, Alain; COURDINE, Jean-Jacques; VIGARELLO, Georges (Orgs). História da
virilidade. O triunfo da virilidade, o século XIX. Petrópolis: Editora Vozes, 2013.
COSTA, Sueli. FRAGA, Nilce. SILVA, Paula. Iracema, Lúcia e Aurélia: três personagens
femininas sob o olhar de um escritor romântico. In.: Nucleus, v. 6, n. 2, out. 2009, pp. 189-
216.
CURTIN, Philip D. Imperialism. In.: The Documentary History of Western Civilization.
Palgrave Macmillan. 1972.CRUZ, Itan. A serviço de sua alteza imperial: Amanda Paranaguá Dória, dama da princesa
Isabel (1849-1931). Dissertação de Mestrado. Niterói: UFF. 2018.
COSTA, Ana Alice Alcântara. As donas no poder: mulher e política na Bahia. Coleção
Bahianas, n. 2. NEIM/UFBa - Assembleia Legislativa da Bahia. 1998.
CUNNIGNTON, C. Willet. English Women’s Clothing in the Nineteenth Century. Faber
and Faber. Ltd.: Londres, 1937.
CASTRO, Hebe. História Social. In: CARDOSO, C.; VAINFAS, R. (Orgs.). Domínios da
História: ensaios de metodologia. Rio de Janeiro, Campus, 1997.
CASTRO, Jorge Abrahão de; RIBEIRO, José Aparecido Carlos. As políticas sociais e a
Constituição de 1988: conquistas e desafios. Brasília: INSTITUTO DE PESQUISA
ECONÔMICA APLICADA – IPEA., Introdução, n. 17, 2009.
CHARTIER, Roger. A História Cultural: Entre Práticas e Representações. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1990.
CHAUÍ, Marilena. Brasil, mito fundador e sociedade autoritária. São Paulo: Editora da
Fundação Perseu Abramo, 2004, 5ª impressão.
CLARK, T. J. A pintura da vida moderna: Paris na arte de Manet e seus seguidores.
Tradução de José Geraldo Couto. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
DAVIS, Angela. Mulheres, Raça e Classe. 1ª ed. São Paulo: Boitempo, 2016.
DELORY-MOMBERGER, Christine. Abordagens metodológicas na pesquisa biográfica.
Revista brasileira de educação, v. 17, n. 51, p. 523-536, 2012.
DEL PRIORE, Mary (org.) & BASSANEZI, Carla (coord. de textos). História das
Mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto/Ed. UNESP, 1997.
DEL PRIORE, Mary., VENANCIO, Renato. Uma breve história do Brasil. 2 ed. São
Paulo: Planeta, 2016.
DETONI, Piero di Cristo. “Pacifica scientiae occupatio”: a experiência historiográfica no
IHGB na Primeira República. Tese de doutorado. Universidade de São Paulo. São Paulo,
2021.
DIAS, Maria Odila da Silva Leite. A interiorização da metrópole e outros estudos. 2ª ed.
São Paulo: Alameda, 2009.
DINIZ, J. Péricles. O Independente Constitucional: instrumento de guerra nos primórdios
da imprensa brasileira. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE HISTÓRIA DA MÍDIA, 6.,
2008, Niterói. Anais... Niterói: UFF, 2008.
DUBY, Georges & PERROT, Michelle (Orgs.). História das Mulheres no Ocidente. Vol.
4: O século XIX. Trad. Maria Helena da Cruz Coelho, Irene Maria Vaquinhas, Leotina
Ventura e Guilhermina Mota. Edições Afrontamento: São Paulo, 1999.DUARTE, Sílvia Lúcia Pereira. O Imaginário Social sobre Maria Quitéria: Mulher,
Soldado e Heroína da Independência. Cadernos CERU, Série 2, v. 34, n. 1, p. 265-
277, junho 2023.
DUARTE, Teresa. A possibilidade da investigação a 3: reflexões sobre triangulação
(metodológica). CIES e-Working Papers, n.º 60, 2009.
ENDERS, Armelle. “O Plutarco brasileiro” – A produção dos vultos nacionais no Segundo
Reinado. Estudos Históricos, nº 25. Rio de Janeiro. Tema: heróis nacionais, Ano 2000/2001.
ENDERS. Armelle. Os vultos da nação. Fábrica de heróis e formação dos brasileiros. Rio de
Janeiro: Editora FGV, 2014.
ENTWISTLE, Joanne. El cuerpo y la moda. Una visión sociológica. Ed. Paidós Ibérica,
Barcelona. 2002.
FAQUI, Lara Camini. As diferentes perspectivas sobre Maria Quitéria de Jesus através do
tempo (1823, 1953 e 2022). 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em
História) – Universidade Federal da Fronteira Sul, Erechim, 2022.
FAORO, Raymundo. Os Donos do Poder, formação do patronato político brasileiro. 3ª
ed, Globo, 2001.
FIGUEIREDO, Luciano. Rebeliões no Brasil Colônia. Jorge Zahar Editor: Rio de Janeiro,
2005.
FEBVRE, Lucien. Combates pela história. 3ª ed. Lisboa: Presença, 1989.
FEDERICI, Silvia. Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. São Paulo:
Elefante, 2017.
FERREIRA, Marieta de Morais. “A Noite”. In: ABREU, Alzira Alves et al (coord.).
Dicionário histórico-biográfico brasileiro pós-1930, vol. IV. Rio de Janeiro: Editora FGV;
CPDOC, 2001.
FRANÇA, Jean Marcel Carvalho. A construção do Brasil na literatura de viagem dos
séculos XVI, XVII e XVIII. Antologia de textos: 1591-1808. Rio de Janeiro: José Olympio;
São Paulo: UNESP, 2012.
FRANCO, Stella Maris Scatena. Viagem e gênero: tendências e contrapontos nos relatos de
viagem de autoria feminina. In: Cadernos Pagu (50), 2017.
FILHO, Argemiro R. S. F.; SOUSA, Maria Aparecida S. A Independência do Brasil na
Bahia: dimensões políticas e conflitos (1821-1823). In: LEAL, Maria das Graças Andrade;
SOUZA, Avanete Pereira. (Orgs.). Capítulos de História da Bahia: Independência.
Salvador: EDUNEB, 2017.
FAIRCLOUGH, N. Critical Discourse Analysis: The Critical Study of Language.
London: Longman, 1995.FEDERICI, Silvia. Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. São
Paulo: Elefante, 2017.
FILHO, Walter Fraga. Encruzilhadas da liberdade: histórias e trajetórias de escravos e libertos
na Bahia, 1870-1910. Tese de doutorado. Campinas, SP. 2004.
FORBES, Robert Pierce. The Missouri Compromise and Its Aftermath: Slavery and the
Meaning of America. Chapel Hill: University of North Carolina Press. 2007.
FREITAS, Marcel de. Performances e problemas de gênero, Judith Butler. GÊNERO,
Niterói, v. 18, n. 2, p. 228-234, 1 sem 2018.
FREYRE, Gilberto. Casa-grande e senzala: formação da família brasileira sob o
regime da economia patriarcal. 48 ed. São Paulo: Global, 2003.
FRUTUOSO, Moisés. Circulação de impressos e antilusitanismo em Rio de Contas,
Bahia (1822-1831). In.: BESSONE, Tânia; RIBEIRO, Gladys. GONÇALVES,
Monique; MOMESSO, Beatriz (Orgs.). Cultura escrita e circulação de impressos no
Oitocentos. São Paulo: Alameda, 2016
GABRIELLE DA SILVA, R. O processo de independência do Brasil na Bahia e no Piauí:
guerra, resistência e vitória (1822-1823). Revista Cantareira, n. 29, 13 ago. 2019.
GINZBURG, Carlo. O Queijo e as Vermes, São Paulo, Companhia das Letras, 1987.
GOMES, Nathan. A Brazilian Amazon. Olhares britânicos sobre Maria Quitéria de
Jesus.XIV EHA. Encontro de História da Arte, UNICAMP. 2019.
_____________. A la guerra Americanas: questões de gênero e etnicidade nos retratos de
Maria Quitéria de Jesus. RITA [en ligne], N°12 : septembre 2019, mis en ligne le 12
septembre 2019.
__________. Mulheres e armas: os retratos de Maria Quitéria de Jesus. In: CENTRO
ARGENTINO DE INVESTIGADORES DE ARTE. IV Encuentro de Jóvenes Investigadores en
Teoría e Historia de las Artes. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: CAIA, 2020.
_____________. Teatro da memória, teatro da guerra: Maria Quitéria de Jesus na formação
do imaginário nacional (1823-1979). Dissertação de Mestrado. Universidade de São Paulo:
São Paulo, 2022.
GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural de Amefricanidade. In.: Rev. TB. Rio
de Janeiro, 92/93; 69/82, jan-jun., 1988.
GONZAGA, Guilherme Goretti. Augustus Earle (1793-1838): pintor viajante. Uma
aventura solitária pelos mares do sul. Dissertação de Mestrado. Universidade de Brasília.
2012.
GUERRA FILHO, Sérgio Armando Diniz. Prisão de portugueses durante a guerra da Bahia:
construindo o inimigo (1822-23). In: Bahia: ensaios de história social e ensino de história.
Salvador: EDUNEB, 2014.GONTIJO, Rebeca. Sobre cultura histórica e usos do passado: a Independência do Brasil em
questão. In: Almanack. Guarulhos, n. 08, pp. 44-53, 2014.
GRANDINO, Patrícia Junqueira; MAIDA, M. D. Redemocratização brasileira e a proteção
dos direitos humanos da criança e do adolescente. Mudança social e participação política:
estudos e ações transdisciplinares. São Paulo: USP, 2017.
GRINBERG, Keila. Honra, gênero e direito no Brasil republicano. In. Topoi. Rio de Janeiro,
mar. 2001, pp. 225-231.
GUIMARÃES, Manoel Luiz Salgado. Nação e civilização nos trópicos: o Instituto
Histórico e Geográfico Brasileiro e o projeto de uma História Nacional. Estudos
Históricos. Rio de Janeiro, n°1, 1998.
______________________________. Historiografia e cultura histórica: notas para um
debate. In: Ágora (Unisc), vol. 11, 2005.
HAHNER, J. E. Women through women’s eyes: Latin American women in nineteenthcentury accounts. Delaware: SRBooks, 1998.
HERÓDOTO. História, vol. 1. 3.ed., trad. J. Brito Broca; Vitor de Azevedo. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 2019.
HIGONNET, Anne. Mulheres e imagens: aparências, lazer, subsistência. In: DUBY,
Georges & PERROT, Michelle (Orgs.). História das Mulheres no Ocidente. V. 4: O
século XIX. Trad. Maria Helena da Cruz Coelho, Irene Maria Vaquinhas, Leotina
Ventura e Guilhermina Mota. Edições Afrontamento: São Paulo, 1999.
HOBSBAWM, E.; RANGER, T. (orgs.). HOBSBAWM, Eric. RANGER, Terence. A
invenção das tradições. RJ: Paz e Terra, 1990.
HOLLANDA, Heloisa Buarque. (Org.) Pensamento feminista brasileiro: Formação e
contexto. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2019.
________. Pensamento feminista: conceitos fundamentais. Tradução de Pê Moreira. Rio
de janeiro: Bazar do tempo, 2019.
HOLLANDER, Anne. Fabric of Vision: Dress and Drapery in Painting. Bloomsbury
Publishing PLC, 2016.
HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais
Ltda. 1990.
HARAWAY, Donna. A reinvenção da natureza: símios, ciborgues e mulheres. Trad. Rodrigo
Tadeu Gonçalves. São Paulo: Martins Fontes, 2023.
HOBSBAWM, Eric. RANGER, Terence. A invenção das tradições. RJ: Paz e Terra, 1990.
INÁCIO, Myrrena. Do silêncio a uma voz: a princesa Isabel e a participação das mulheres
no Império (1822-1889). In: Revista Ballot - Rio de Janeiro, V. 1 N. 2, Setembro/Dezembro,
2015.JANCSÓ, István. “A sedução da liberdade: cotidiano e contestação política no final do
século XVIII”. In: SOUZA, Laura de Mello e (org.). História da Vida Privada no Brasil:
Cotidiano e Vida Privada na América Portuguesa. Vol. 01. Coleção dirigida por Fernando
A. Novais. São Paulo: Cia das Letras, 1997.
JURT, Joseph. O Brasil: um estado-nação a ser construído. O papel dos símbolos nacionais,
do Império à República. In: MANA 18(3): 471-509. 2012.
KARAWEJCZYK, Mônica. Urnas e saias: uma mistura possível. A participação feminina no
preito eleitoral de 1933, na ótica do jornal Correio do Povo. Topoi, v. 11, n. 21, jul.-dez.
2010, pp. 204-221.
KRAAY, Hendrik. Definindo nação e Estado: rituais cívicos na Bahia pós-Independência
(1823-1850). Topoi. Rio de janeiro, set. 2011, pp. 63-90.
LAROUSSE, P. Grand Dictionnaire Universel du XIXe siècle. T. XV. 2. Parte.
Genebra/Paris: Slatkine, 1984 [Paris, 1866-1979].
LAURETIS, Teresa de. “A Tecnologia do gênero”. In HOLLANDA, Heloísa B. (org).
Tendências e impasses: O feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.
LARA, Silvia H. The signs of color: Women’s dress and racial relations in Salvador and
Rio de Janeiro, ca 1750-1815. Colonial Latin American Review, Vol. 6, No. 2, 1997.
LENE, Hérica. LOPES, Rafael. Memórias do jornalismo na Bahia: censura, conflitos e o
surgimento da Associação Bahiana de Imprensa na década de 1930. Revista Brasileira de
História da Mídia (RBHM) - v.4, n.2, jul./2015 - dez./2015.
LIMA, Antonia Rosane Pereira. “Mulheres ilustres do Brazil”, de Ignez Sabino, e sua
ressonância em dicionários de autoria feminina nos séculos XX e XXI. Dissertação de
Mestrado. Universidade Estadual de Feira de Santana. Feira de Santana. 2019.
LIMA JÚNIOR, Carlos R. Marianne à brasileira: imagens republicanas e os dilemas do
passado imperial. Tese (Doutorado em Estética e História da Arte). Universidade de São
Paulo. São Paulo, 2020.
LIMA JUNIOR, Carlos.; SCHWARCZ, Lilia M.; STUMPF, Lúcia K. O sequestro da
independência: uma história da construção do mito do Sete de Setembro. São Paulo:
Companhia das Letras, 2022.
LIMA, Wilma Maria Sampaio. Vênus em traços franceses e letras brasileiras:
Bouguereau e Alberto de Oliveira. In: Cadernos de Pós-Graduação em Letras, [s.d].
LIPOVETSKY, Gilles. O império do efêmero. A moda e seu destino nas sociedades
modernas. Companhia das Letras, 2016.
LUSTOSA, Isabel. Insultos Impressos: A guerra dos jornalistas na Independência (1821-
1823). São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
LE GOFF, Jaques. NORA, Pierre. História: novos problemas. Trad. Theo Santiago. Rio
de Janeiro: F. Alves, 1995.LE GOFF, Jacques. História e Memória. 4.ed. Campinas: Unicamp, 1996.
LORDE, Audre. Sister Outsider: Essays and Speeches. Trumansburg, NY: The Crossing
Press, 1984.
MACEDO, Ana Gabriela. AMARAL, Ana Luísa (orgs.). Dicionário da Crítica Feminista.
Porto: Edições Afrontamento. 2005.
MACHADO, André. Entre o nacional e o regional: uma reflexão sobre a importância dos
recortes espaciais na pesquisa e no ensino da História. Anos 90, Porto Alegre, v. 24, n. 45, p.
293-319, jul. 2017.
MAIA, Helder Thiago. O vulto da Bahia e o lugar da mulher: Maria Quitéria/Soldado
Medeiros no carnaval carioca. Cadernos de Literatura Comparada, n. 43, p. 87-106, 2020.
__________. Maria Quitéria/Soldado Medeiros: o soldado que (não) era. Terra Roxa, v. 40, p.
57-67, jun. 2021.
__________. Maria Quitéria / Soldado Medeiros: um soldado entre as condecorações
nacionais e o esquecimento. Pontos de Interrogação, v. 12, n. 1, p. 17-46, 2022.
MALEVAL, Isadora Tavares. Entre a arca do sigilo e o tribunal da posteridade: o (não) lugar
do presente nas produções do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. 2015. Tese
(Doutorado em História Política) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro,
2015.
MALVASIO, Ney. Maria Quitéria nas palavras de Maria Graham: uniforme e armamento
utilizados pelo ‘Patrono’ do QCO/Quadro Complementar de Oficiais do Exército
Brasileiro, tal qual descritos no Journal of a Voyage to Brazil-1822,1823,1824. In: Rev.
IHGB, Salvador,v.108, jan/dez 2013.
MARTIUS, Karl Friedrich von. Como se deve escrever a história do Brasil. IN:
GUIMARÃES, Manoel Luiz Salgado (ORG). Livro de Fontes da historiografia
brasileira. Rio de Janeiro: Ed. UERJ, 2010.
MATTOSO, Kátia M. de Queirós. Da Revolução dos Alfaiates à Riqueza dos Baianos
noséculo XIX: itinerário de uma historiadora. Salvador: Corrupio, 2004.
MCCLINTOCK, Anne. Couro imperial: raça, gênero e classe no embate colonial.
Trad.: Plínio Dentzien. Campinas, SP: Editora Unicamp. 2010.
MENDEZ, Adriana Rodenas. Gender and nationalism in colonial Cuba: the travels of
Santa Cruz y Montalvo, condesa de Merlin. Tennessee: Vanderbilt University Press,
1998.
MILLER, Thomas Condit. MAXWELL, Hu. West Virginia and Its People, v. 1. Lewis
Historical Publishing Company, 1913.
MILLS, Sara. Discourses of Difference: An Analysis of Women's Travel Writing and
Colonialism. Psychology Press, 1991.MORAIS, Elisângela Coelho. A Canção de Rolando e Fierabrás: o Ciclo Do Rei
Carolíngio em Terras Brasileiras. Vozes, Pretérito & Devir. Dossiê Temático. Ano VIII,
Vol. XIII, nº 1, 2021.
MORAGA, Cherríe; ANZALDÚA, Gloria. This Bridge Called My Back: Writings by Radical
Women of Color. New York: Kitchen Table: Women of Color Press, 1981.
MOYA, Inmaculada Rodríguez, MÍNGUEZ, Víctor. El retrato del poder. Castelló de la
Plana: Publicacions de la Universitat Jaume I. Entitat editora, 2019.
MAKINO, Miyoko. Ornamentação do Museu Paulista para o Primeiro Centenário: construção
de identidade nacional na década de 1920. An. mus. paul., São Paulo, v. 10-11, n. 1, 2003.
MALUF, Marina & MOTT, Maria Lúcia. “Recônditos do mundo feminino”. In: NOVAIS,
Fernando Antônio & SEVCENKO, Nicolau. “História da Vida Privada”, São Paulo:
Companhia das Letras, 1998, Vol. 3.
MARTINS, Estevão de Rezende. A História pensada: Teoria e Método na Historiografia
europeia do século XIX. 1ª ed, 1ª reimpressão – São Paulo: Contexto, 2020.
NASCIMENTO, Ingrid Faria Gianordoli., TRINDADE, Zeidi Araújo., SANTOS, Maria de
Fátima de Souza Santos. Mulheres Brasileiras e Militância Política durante a Ditadura Militar:
a complexa dinâmica dos processos identitários. Revista Interamericana de
Psicología/Interamerican Journal of Psychology - 2007, Vol. 41, Num. 3 pp. 359-370.
NAHES, Semiramis. Revista FON-FON: a imagem da mulher no Estado Novo (1937-
1945). São Paulo: Arte & Ciência, 2007.
NEGRO, Antônio; BRITO, Jonas. “A Iª República muito além do café com leite”.
Resenha de O teatro das Oligarquias. Uma revisão da política do café com leite, de
Cláudia Viscardi. In: Topoi, no
26, v. 14, 2013, pp. 197-201.
NEVES, Lúcia Maria Bastos P. A “guerra de penas”: os impressos políticos e a
independência do Brasil. Tempo 8, ago-1999.
___________. das. Corcundas e Constitucionais: cultura e política (1820-1823). Rio de
Janeiro: Revan; Faperj, 2003.
NEWTON, Esther. Mother Camp: Female Impersonators in America. Chicago: The
University of Chicago Press, 1972.
NOCHLIN, Linda. Why have there been no great women artists. In NOCHLIN, Linda.
Women, Art and Power and Other Essays. Boulder, Colorado: Westview Press, 1989, pp.
145-178.
____________. Representing Women. USA: Thames and Hudson, 1999.
NORA, P.; AUN KHOURY, T. Y. Entre memória e história: a problemática dos
lugares. Projeto História: Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados de
História, [S. l.], v. 10, 2012.NOVAIS, F.; ALENCASTRO, L. F. de. História da vida privada no Brasil – Império: a
corte e a modernidade nacional. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. v.2.
OLIVEIRA, Cecilia Helena de Sales. O Museu Paulista da USP e a memória da
Independência. In. Cad. Cedes, Campinas, v. 22, n. 48, p. 65-80, dezembro/2002.
OLIVEIRA, Maria da Glória. Crítica, método e escrita da história em João Capistrano de
Abreu. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2013.
_______________________. “Os sons do silêncio: interpelações feministas decoloniais à
história da historiografia.” In: Hist. Historiogr., v.11, n.28, set-dez, ano 2018.
ORSINI, Mireille Dottin. A mulher que eles chamavam fatal: textos e imagens da misoginia
fin-de-siècle. Trad. De Ana Maria Scherer. Rio de Janeiro: Rocco, 1996.
PANOFSKY, Erwin. Significado nas artes visuais. São Paulo: Perspectiva, 1976.
PASCUA, Esther. Urraca imaginada: Representaciones de una Reina Medieval. ARENAL,
21:1; enero-junio p. 121-152, 2014.
PEDRO, Joana Maria. Mulheres honestas e mulheres faladas: uma questão de classe; papéis
sociais femininos na sociedade de Desterro/Florianópolis, 1880-1920. Tese (Doutorado).
FFLCH/USP. São Paulo: 1992.
PEDRO, Joana Maria; PINSKY, Carla Bassanezi. Nova história das mulheres no Brasil. São
Paulo: Editora Contexto: 2012.
PEDRO, Joana Maria. Narrativas fundadoras do feminismo: poderes e conflitos (1970-1978).
Revista Brasileira de História, vol. 26, nº 52, p. 249-272, 2006.
PINHO, José Ricardo Moreno., Salvador do século XIX: o porto que abastecia a cidade. In:
História e espaços portuários: Salvador e outros portos. Salvador: EDUFBA, 2016.
POLESSO, Natalia Borges; ZINANI, Cecil Jeanine Albert. Da margem: a mulher escritora e a
história da literatura. MÉTIS: HISTÓRIA & CULTURA, [S. l.], v. 9, n. 18, 2011.
PONTES AGUIAR, Antônio Sérgio; MACIEL FRANKLIN, Ruben. Romantismo Nos
Trópicos: Motivos Literários No Brasil Oitocentista. Revista Maracanan, [S.l.], n. 16, p. 129-
146, jan. 2017. ISSN 2359-0092.
PRATT, Mary Louise. Os olhos do império: relatos de viagem e transculturação. Trad.
Jézio Hernani Bonfim Gutierre. Bauru, SP: EDUSC, 1999.
PRIORE, Mary Del. Mulheres no Brasil Colonial. 2ª Edição. São Paulo: Contexto, 2003.
POLLAK, Michel. Memória, Esquecimento, Silêncio. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol.2,
nº3, 1989.
POLLOCK, Griselda. Visual and Difference: feminism, feminity and the histories of art. New
York: Routledge, 2003.______________. A modernidade e os espaços de feminilidade. In. MACEDO, Ana Gabriela.
RAYNER, Francesca (orgs.) Género, cultura visual e performance: antologia crítica. V. N
Famalicão: Ed. Húmus e Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho, 2011.
RIBEIRO, Cristina B. Um Norte para o romance brasileiro: Franklin Távora entre os
primeiros folcloristas. Tese (Doutorado). UNICAMP, 2008.
RIBEIRO, Gladys Sabina. O desejo da liberdade e a participação de homens livres pobres e
“de cor” na Independência do Brasil. In: “Cad. Cedes”, Campinas, v. 22, n. 58, p. 21-45,
dezembro/2002.
RICUPERO, Bernardo. (18)22 + (19)22 = ?. Sociologia & Antropologia, Rio de Janeiro, v.
12, n. 2, 2022. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/2238-38752022v1227. Acesso em:
01 set. 2024.
REIS, Meire Lucia Alves dos. A cor da notícia: discursos sobre o negro na imprensa
baiana (1888-1937). Dissertação (mestrado em História). Universidade Federal da
Bahia, Salvador, 2000.
RAGO, Margareth. Do cabaré ao lar: a utopia da cidade disciplinar. Brasil 1890-1930. Rio
de Janeiro: Paz e Terra, 1991.
RICOEUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. São Paulo: Unicamp, 2007.
S. J., P. Francisco Zambrano. Diccionario Bio-Bibliográfico de la Compañia de Jesús em
México. Tomo XI, Siglo XVII (1600-1699). Editorial Jus, S. A. Mexico, 1972.
SAID, Edward W. Orientalismo, o Oriente como invenção do Ocidente. Trad. Tomás
Rosa Bueno. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
SANDOVAL, Chela. Methodology of the Oppressed. Minneapolis: University of Minnesota
Press, 2000.
SANTOS, Jocélio Teles dos. “Incorrigíveis, afeminados, desenfreiados”: Indumentária
e travestismo na Bahia do século XIX. Revista de Antropologia, São Paulo, USP, 1997,
v. 40, nº2.
SCHWARCZ, Lilia. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos.
SãoPaulo: Companhia das Letras, 2ª ed. 2017.
SCOTT, Joan Wallach. Gender: a useful category of historical analisis. The American
Historical Review, v. 91, n. 5, dec., 1986.
SEIXAS, J. A. de. Percursos de memórias em terras de história: problemáticas atuais. In:
BRESCIANI, Stella, NAXARA, Márcia (orgs.). Memória e (res)sentimento: indagações
sobre uma questão sensível. Campinas: Unicamp, 2001.
SILVA, Aldo. Instituo Geográfico e Histórico da Bahia: origem e estratégias de
consolidação institucional (1894-1930). Tese (Doutorado). Universidade Federal da
Bahia. Salvador, 2006.SILVA, Isadora Eckardt da. O viés político e histórico de Maria Graham em Diário de
umaviagem ao Brasil. Campinas, SP: 2009.
SILVA, Laila. Ignez Sabino: interpretações sobre o Brasil e uma historiografia feminista
no século XIX. Temáticas. Campinas, 30, (59): 22-56, fev./jun. 2022.
SILVEIRA, Sinéia Maia Teles. Múltiplas Faces Femininas da Tessitura Literária de Inês
Sabino. Tese (Doutorado). Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Porto
Alegre, 2014.
SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti; LIMA JUNIOR, Carlos. Heroínas em batalha: figurações
femininas em museus em tempos de centenário: Museu Paulista e Museu Histórico
Nacional,1922. Revista Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, Universidade de
Brasília, v. 7, n.ja/ju 2018, p. 31-54, 2018.
STARLING, H. M.; PELLEGRINO, A. Independência do Brasil as mulheres que estavam lá.
Bazar do Tempo: Rio de Janeiro, 2022.
SODRÉ, N. W. A história da imprensa no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
1966.
SOIHET, Raquel. Mulheres pobres e violência no Brasil urbano. DEL PRIORE, Mary (org.)
& BASSANEZI, Carla (coord. de textos). História das Mulheres no Brasil. São Paulo:
Contexto/Ed. UNESP, 1997.
SOUSA. Gilda de Mello e. O Espírito das roupas: a moda no século dezenove. 2ª ed.
São Paulo, Companhia das Letras, 2019.
SOUSA, Maria Aparecida Silva de. História, memória e historiografia: abordagens
sobre a Independência na Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (1894-
1923). In: Politéia: História e Sociedade, Vitória da Conquista, vol. 5, n.1, p. 181,
2005.
SAFFIOTI, Heleieth. A mulher na sociedade de classes: mito e realidade. 3 ed. São Paulo:
Expressão Popular, 2013.
SCAVONE, Lucila. Democracia e feminismo no Brasil. Estud. sociol. Araraquara v.25 n.48
p.193-227 jan.-jun. 2020.
SILVA, Mislele Souza da. Mulheres em luta: o movimento feminino pela anistia (1975-
1979). Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Uberlândia. Uberlândia, 2019.
SPILLERS, Hortense. “Mama’s baby, Papa's maybe: an american grammar book.” Feminisms
REDUX: An Anthology of Literary Theory and Criticism. Routgers University Press, 2009.
SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Can the Subaltern Speak? In: NELSON, Cary; GROSSBERG,
Lawrence (Ed.). Marxism and the Interpretation of Culture. Urbana: University of Illinois
Press, 1988. p. 271-313.
TASSO, Torquato. Jerusalém libertada. Translation from Ramos Coelho. São Paulo, SP:
Edições Cultura, 1944.TAUNAY, Affonso de. Grandes Vultos da Independencia Brasileira. In: Publicação
comemorativa do primeiro centenário da independência nacional. Companhia
Melhoramentos de S. Paulo. (Weiszflog Irmãos Incorporado). São Paulo. 1922.
TAVARES, Luís Henrique Dias. A independência do Brasil na Bahia. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira;Brasília, INL, 1977.
TELLES, Norma. Autor+a. In: JOBIM, José Luis (org.). Palavras da Crítica. Rio de
Janeiro, Imago. 1992.
TREVISAN, Mariana Bonat. A guarda da esposa e a obediência ao marido: a reciprocidade dos
deveres conjugais masculinos e femininos nos tratados do rei D. Duarte e de Christine de Pisan
(séc. XV). Revista Diálogos Mediterrânicos, n. 11, 2016, p. 194-214.
TROUILLOT, Michel-Rolph. Silenciando o passado: poder e a produção da história.
Trad. Sebastião Nascimento. Curitiba: Huya, 2016.
TELES, Maria Amélia de Almeida. Violações dos direitos humanos das mulheres na ditadura.
Estudos Feministas, Florianópolis, v. 23, n. 3, p. 1001-1022, set./dez. 2015.
VALIM, Patrícia. Da Sedição dos Mulatos à Conjuração Baiana de 1798: a construção de
uma memória histórica. Dissertação de Mestrado. DH/FFLCH/USP, 2007.
____________. Maria Quitéria vai para guerra. In: Figueiredo, Luciano. (Org.). História do
Brasil para ocupados. 1ª ed. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013.
VALIM, Patrícia. FARIAS, Marianna Teixeira. Maria Felipa liderou baianas na luta contra
soldados portugueses. Folha de São Paulo. São Paulo, 5 set 2022. Ilustríssima. Disponível
em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2022/09/maria-felipa-liderou-baianas-na-lutacontra-soldados-portugueses.shtml. Acesso em: 05 de maio de 2024.
VICENTE, Cynthia Thayse Vieira. A construção da representação heroica de Maria Quitéria
de Jesus (1823, 1953 e 2023). 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em
História) – Universidade Estadual de Goiás, Campus Nordeste, 2024.
VARNHAGEN, Francisco Adolfo de. História da independência do Brasil. Brasília, INL,
1972.
VEBLEN, Thorstein. The Theory of the Leisure Class. Estados Unidos: Oxford University
Press, 2007.
VESENTINI, Carlos Alberto. A teia do fato: uma proposta de estudo sobre a memória
histórica. São Paulo: Hucitec, 1997.
VEJO, Tomás Pérez. “Pintura de historia e imaginario nacional: el pasado en imágenes”.
Historia y grafía, n. 16, 2001.
VIEIRA, Ana Paula Leite. O Departamento de Imprensa e Propaganda e a política editorial
do Estado Novo (1937-1945). Tese (Doutorado). Universidade Federal do Estado do Rio de
Janeiro, 2019.VILLALTA, Luiz Carlos. Pernambuco, 1817, “encruzilhada de desencontros” do Império
luso-brasileiro. Notas sobre as idéias de pátria, país e nação. In.: SCHWARTZ, Lilia. Brasil
Império. Revista USP, São Paulo (58), jun/jul/ago. 2003.
VILHENA, Luís dos Santos. A Bahia no século XVIII. Salvador, ed. Itapuã 1969.
VISCARDI, Cláudia, “Além do café com leite”. In: História do Brasil para ocupados,
Figueiredo, Luciano (org.). Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2013, pp. 113-115.
WARDEN, David Baillie. Histoire de l’empire du Brésil, dupuis sa découverte jusqu'a nos
jours (v.1). Paris: Chez l’éditeur. 1832.
WALKOWITZ, Judith R. Sexualidades perigosas. In: DUBY, Georges & PERROT, Michelle
(Orgs.). Op. cit., 1999.
WARBURG, Aby. A renovação da antiguidade pagã: contribuições científico-culturais para
a história do Renascimento Europeu. Rio de Janeiro: Contraponto, 2013.
WEBB, Alfred. A Compendium of Irish Biography. 1878, disponível on-line em:
https://www.libraryireland.com/biography/DavidBailieWarden.php, acesso em 01 de
dezembro de 2019.
WEHLING, Arno. Estado, história, memória: Varnhagen e a construção da identidade
nacional. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.
WOOLF, Virginia. Um teto todo seu. Rio de Janeiro, Editora Tordesilhas, 2014. (versão
traduzida para o português). | pt_BR |