| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Medrado, Ana Carolina Cerqueira | - |
| dc.date.accessioned | 2023-05-09T12:34:32Z | - |
| dc.date.available | 2023-05-09T12:34:32Z | - |
| dc.date.issued | 2022-09-02 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/36979 | - |
| dc.description.abstract | This thesis analyzes the meanings constructed by health workers of the Brazilian National
Health System about female mental illness and the care directed to such women in an
intersection between race, social class, and gender. It adopts as a theoretical reference the
constructionist social psychology, intersectional feminism, and the historical narratives about
the female self, both from a patriarchal perspective and from a perspective of resistance to
patriarchal power. In terms of methodology, it discusses the steps taken to construct the research
information. The spaces chosen for data production were services of the Unified Health System
in two Health Districts of Salvador (identified as Health District 1 and Health District 2). Five
health workers were interviewed: one psychologist and one occupational therapist who make
up the team of the Expanded Center for Family Health of Health District 1; one psychologist
from a Psychosocial Care Center II of Health District 2; one psychologist and one psychology
intern from another Expanded Center for Family Health of Health District 1. The analysis of
the information occurred from a composition between the association maps of ideas and the
thematic content analysis. Thus, the results were divided into three thematic categories/chapters
entitled: "Consorting: on women's groups"; "Other care spaces and their relation with public
policies and public domain documents"; and "'These women have no problem giving birth': on
the various acts of violence in health services". The first category, "Consorting: about women's
groups", refers to the groups developed by the professionals participating in the research aimed
at women with psychological illness, an activity common to all the participants. Such sufferings
were recognized as having the same root: the power relations that are configured in the
intersection between race, class, and gender. As a result of the thesis, the essentialization of
being a woman around maternity stands out, which can be perceived both by the interpretative
repertoires of the professionals interviewed and the activities available in the service. Such
essentialization occurs under the public policies that construct and are constructed based on
social discourses that associate being a woman with maternity and care. Public policies have
been organized based on maternalism and familism, and both currents feedback the process of
female mental illness, as well as invisibilize the specific demands of race and social class. While
an effort by the participating workers to account for female mental illness through both women's
groups and other care spaces is acknowledged, users have suffered institutional violence that
expresses itself in both institutional gender violence and institutional racism. In the intersection
between race, class, and gender, black and/or poor women are the main victims | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Saúde Mental | pt_BR |
| dc.subject | Mulher | pt_BR |
| dc.subject | Cuidado em saúde | pt_BR |
| dc.subject | Gênero | pt_BR |
| dc.subject | Psicologia Social | pt_BR |
| dc.subject.other | Mental health | pt_BR |
| dc.subject.other | Health care | pt_BR |
| dc.subject.other | Gender | pt_BR |
| dc.subject.other | Women | pt_BR |
| dc.subject.other | Social Psychology | pt_BR |
| dc.title | Cuidado entre mulheres no Sistema Único de Saúde: análise posicionada na psicologia social construcionista e no feminismo interseccional | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.contributor.referees | Bustamante, Vania Nora | - |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPSI) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Jesus, Mônica Lima de | - |
| dc.contributor.referee1 | Jesus, Monica Lima de | - |
| dc.contributor.referee2 | Dantas, Benedito Medrado | - |
| dc.contributor.referee3 | Pedrosa, Claudia Mara | - |
| dc.contributor.referee4 | Costa, Eliane Silva | - |
| dc.contributor.referee5 | Brigagão, Jacqueline Isaac Machado | - |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/7282056444777900 | pt_BR |
| dc.description.resumo | Esta tese analisa os sentidos construídos pelas trabalhadoras de saúde do Sistema Único de
Saúde sobre o adoecimento mental feminino e sobre o cuidado dirigido a tais mulheres em uma
intersecção entre raça, classe social e gênero. Adota como referencial teórico a psicologia social
construcionista, o feminismo interseccional e as narrativas históricas sobre o eu feminino, tanto
por uma perspectiva do patriarcado, quanto por uma perspectiva de resistência ao poder
patriarcal. No que tange à metodologia discorre sobre os passos realizados para a construção
das informações da pesquisa. Os espaços escolhidos para produção de dados foram serviços do
Sistema Único de Saúde de dois Distritos Sanitários de Salvador (identificados como Distrito
Sanitário 1 e Distrito Sanitário 2). Foram entrevistadas cinco trabalhadoras de saúde: uma
psicóloga e uma terapeuta ocupacional que compõe a equipe do Núcleo Ampliado de Saúde da
Família do Distrito Sanitário 1; uma psicóloga de um Centro de Atenção Psicossocial II do
Distrito Sanitário 2; uma psicóloga e uma estagiária de psicologia de outro Núcleo Ampliado
de Saúde da Família do Distrito Sanitário 1. A análise das informações ocorreu a partir de uma
composição entre os mapas de associação de ideias e a análise de conteúdo temática. Dessa
forma, os resultados foram divididos em três categorias temáticas/capítulos intitulados como:
“Consororizar: sobre os grupos de mulheres”; “Outros espaços de cuidado e sua relação com as
políticas públicas e documentos de domínio público”; e “‘Essas mulheres não têm problema
para parir’: sobre as diversas violências nos serviços de saúde”. A primeira categoria,
“Consororizar: sobre os grupos de mulheres”, refere-se aos grupos desenvolvidos pelas
profissionais participantes da pesquisa voltados para mulheres em adoecimento psíquico,
atividade comum a todas as participantes. Tais sofrimentos foram reconhecidas como tendo a
mesma raiz: as relações de poder que se configuram na intersecção entre raça, classe e gênero.
Como resultados da tese destaca-se a essencialização do ser mulher em torno da maternidade,
o que pode ser percebido tanto pelos repertórios linguísticos das profissionais entrevistadas
quanto das atividades disponíveis no serviço. Tal essencialização se dá em acordo com as
políticas públicas que constroem e são construídas a partir dos discursos sociais que associam
o ser mulher à maternidade e ao cuidado. As políticas públicas têm se organizado a partir do
maternalismo e do familismo e ambas as correntes retroalimentam o processo de adoecimento
mental feminino, bem como invisibilizam as demandas específicas de raça e classe social.
Embora seja reconhecido um esforço das trabalhadoras participantes em dar conta do
adoecimento mental feminino através tanto dos grupos de mulheres, quanto de outros espaços
de cuidado, as usuárias têm sofrido violência institucional que se expressam tanto em violência
institucional de gênero como em racismo institucional. Na intersecção entre raça, classe e
gênero, as mulheres negras e/ou pobres são as principais vítimas. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Instituto de Psicologia | pt_BR |
| dc.type.degree | Doutorado | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Tese (PPGPSI)
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