| Campo DC | Valor | Idioma |
| dc.creator | Lins, Vinícius Ferreira | - |
| dc.date.accessioned | 2023-03-01T14:17:56Z | - |
| dc.date.available | 2023-03-01T14:17:56Z | - |
| dc.date.issued | 2022-12-12 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/36658 | - |
| dc.description.abstract | The objective of this work is to analyze the role of “platform” capitalism, especially
the “gig” economy category, in the organization of work. We seek to know what
role they bequeath to the worker and to what extent they influence the centrality
of work for production. For this, we seek, at first, to understand the context in
which digital work platforms emerge and consolidate, the operational
characteristics of their different forms and their impacts on the work process.
Emphasis is given to the so-called “gig” economy due to the scope and
heterogeneity of this category. In a second moment, the notion of
entrepreneurship is analyzed, its theoretical genesis and how it becomes the
rhetoric of “app-companies” and many workers. It is shown how this discourse
has deep roots in the deliberate construction of a new subjectivity of the worker,
associated with what is called “neoliberal rationality”. Having the value theory as
a theoretical framework, it is shown, from the double character of work, how
society is structured by the production of value and the role of “digital work
platforms” in this process. It is argued that working through “platforms” not only
does not bring a change in the structure of labor relations, but also renews and
ratify old forms of subordination in digital format. Furthermore, platforms are
nothing more than means of production, which does not justify different treatment,
in any sense, for companies that use them. Finally, it is argued that the increase
in productivity as well as the development of technology and automation not only
do not eliminate living work, which remain central, but can also contribute to
deteriorating working conditions. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal da Bahia | pt_BR |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | * |
| dc.subject | Capitalismo de plataformas | pt_BR |
| dc.subject | Gig economy | pt_BR |
| dc.subject | Empreendendorismo | pt_BR |
| dc.subject | Teoria do valor | pt_BR |
| dc.subject | Mercadorização | pt_BR |
| dc.subject.other | Platform capitalism | pt_BR |
| dc.subject.other | Gig economy | pt_BR |
| dc.subject.other | Entrepreneurship | pt_BR |
| dc.subject.other | Value theory | pt_BR |
| dc.subject.other | Commodification | pt_BR |
| dc.title | "Gig"economy e empreendendorismo: uma visão crítica do capitalismo de "plataformas" | pt_BR |
| dc.title.alternative | “Gig” economy and entrepreneurship: a critical view on “platform” capitalism | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Economia (PPGECO) | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFBA | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Filgueiras, Vitor Araújo | - |
| dc.contributor.referee1 | Filgueiras, Vitor Araújo | - |
| dc.contributor.referee2 | Sampaio, Nuno Jorge Rodrigues Teles | - |
| dc.contributor.referee3 | Dutra, Renata Queiroz | - |
| dc.contributor.referee4 | Rech, Lucas Trentin | - |
| dc.contributor.referee5 | Kalil, Renan Bernardi | - |
| dc.creator.ID | https://orcid.org/0000-0002-7316-620X | pt_BR |
| dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/4736980473427862 | pt_BR |
| dc.description.resumo | O objetivo deste trabalho é analisar o papel do capitalismo de “plataformas”, em
especial a categoria “gig” economy, na organização do trabalho. Procura-se
saber que papel legam ao trabalhador e em que medida influenciam na
centralidade do trabalho para a produção. Para isso, busca-se, em um primeiro
momento, compreender o contexto em que surgem e se consolidam as
“plataformas digitais de trabalho”, as características operacionais de suas
distintas formas e seus impactos no processo de trabalho. É dada ênfase à
denominada “gig” economy pela abrangência e heterogeidade dessa categoria.
Em um segundo momento, analisa-se a noção de empreendedorismo, sua
gênese teórica e como se converte na retórica das “empresas-aplicativo” e de
muitos trabalhadores e trabalhadoras. Mostra-se como esse discurso tem
profundas raízes na construção deliberada de uma nova subjetividade do
trabalhador, associada ao que se denomina “racionalidade neoliberal”. Tendo
por marco teórico a teoria do valor, mostra-se, a partir do duplo caráter do
trabalho, como a sociedade está estruturada pela produção do valor e o papel
das “plataformas digitais de trabalho” nesse processo. Argumenta-se como o
trabalho por “plataformas” não apenas não traz uma mudança na estrutura das
relações do trabalho, mas renova e rafitica velhas formas de subordinação em
formato digital. Além disso, as plataformas são nada mais do que meios de
produção, o que não justifica um tratamento diferenciado, em nenhum sentido,
para as empresas que as utilizam. Por fim, discute-se que o aumento da
produtividade bem como o desenvolvimento da tecnologia e da automação não
apenas não eliminam o trabalho vivo, que permanece central, como podem
contribuir para deteriorar as condições de trabalho. | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Economia | pt_BR |
| dc.type.degree | Doutorado | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Tese (PPGECO)
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