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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/34762
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorRibeiro, Tatiana Costa-
dc.date.accessioned2022-02-14T14:19:25Z-
dc.date.available2022-02-09-
dc.date.available2022-02-14T14:19:25Z-
dc.date.issued2021-10-27-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufba.br/handle/ri/34762-
dc.description.abstractThis thesis aims to apprehend the patterns of urban mobility typical to young dwellers of suburb districts from Salvador - Bahia. Through the construction of a "multifocal" ethnography, we followed their movements alongside them, among their experiences concerning occupation and appropriation of urban spaces. For that purpose, we started from points of interest of the city's Atlantic coast, more specifically, those located in districts such as Barra, Rio Vermelho and Itapuã. The ethnography's construction demanded an effort of recovery regarding population composition of each of these city regions, contributing to the understanding that we speak of coastS, as in urban spaces by the sea that possess historical and social characteristics which affect their dynamics of use, as well as the juvenile uses. This analysis standpoint revealed that the ways of interaction within the coastS are permeated by territorial disputes. In most cases, the leisure practices, even though not informed by organized political actions, were intertwined to social differences of gender and race. These realities impose them a lifelong of contemplating and facing, at all times, the uneven conditions of existence in this city. Wherever the youth dared to explore, its relationships were soaked in resistance, be it a bullying scenario between friends or mere exchanges with cops, vendors and young people from other social classes. Also, the way the youth moves across the researched coastal spaces prompted us to refresh our notion of juvenile groups and analyze their spatial territorialization, considering the types of juvenile gathering. The particularities found in each "coast" pointed to specific relational arrangements, that being said, when we speak of "flexible gatherings", we refer to juvenile practices that occur in a more temporary, itinerant manner, whilst marked by a greater diversity of people; on the other hand, when we speak of "customary gatherings", we refer to routine associations defined by intimate ties and conflict issues. Both types of groupings are characterized by the fluidity of juvenile arrangements; there is no restriction or internal rule that turns them into an inaccessible faction.pt_BR
dc.description.sponsorshipFAPESBpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Bahiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSalvadorpt_BR
dc.subjectMovimentações juvenispt_BR
dc.subjectOrlaspt_BR
dc.subjectAgrupamentospt_BR
dc.subjectJovenspt_BR
dc.subjectPeriferiaspt_BR
dc.titleUm "Rolê" na cidade: movimentações juvenis e disputas espaciais em orlas de Salvador-BApt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) pt_BR
dc.publisher.initialsUFBApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqAntropologia urbana, Antropologia da juventudept_BR
dc.contributor.advisor1Uriarte, Urpi Montoya-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4799671T8&tokenCaptchar=03AGdBq26Sxw2lmxu4CC71JtARdgv4gHBBZJ3225IbJM1iMLDXny4DaWM4cgUSR7Spx_2grksko6DZRzSLY1dPHSSRS_IseZQPtMFtNFXhzn-ZVRhRj0vFQrFZPLPraBBDHZZfJHauOS77ETan8TnwY-7MzIqaX-C4WDMNz93FtTqsg7dl_QJ1RtoRmsQjBxTv7yErinB5wLQtfPIP0ixsj20KWfd0uS2WU5yiK0EIANklLFEl6gUlmp3b4zjIpnaq7XXBWCS6Yaz-svUuIaWW3m4G9qIEZT9SnZM4iQdiiYiNxnCcS8RyraNy3lmzA-IJtK2Fr80d8JBKGq8dSMAAH4GYPeSIjfZ5Mu1qve94aYdF5HULVFEv8p4jsoU0lCOD24sauJw8uXJMOvRnDvK896iBgWDuHZ46Mi-VTkmfV-kiO-w6IGjKsLfdMHBa5S-iUZBVtWCcwlYTEaFTNCZVx1-LX03hGv3fBxZpzu-Oa8clHoJ5a07wJ0cRy3DK13CUYQJ2KBpwO70S19ktKVbTjr0tMliLBh8nuApt_BR
dc.contributor.referee1Uriarte, Urpi Montoya-
dc.contributor.referee2Frúgoli Junior, Heitor-
dc.contributor.referee3Rosa, Thaís Troncon-
dc.contributor.referee4Serpa, Angelo Szaniecki Perret-
dc.contributor.referee5Tavares, Fátima Regina Gomes-
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4594090J3&tokenCaptchar=03AGdBq27sxqxmKOwBuUaXdN8tGMPn6dTiAoo98G_DLSQOav8sznY7nzpPriecArl4l1LTtEXAcdXAzdP-Q61BwIRh-tcStv5FfFzYEGwJjl2VOOGJ2XfGOenralWC7I3lFylfo5DGQ-unagz7R4m_wFRvg2Y1W96vwHpJCrjvGSg_d7ADa9yUiv5mpMfFYXQRbTgcpkdLy7tgOWddre-91UdZfP9_Aqs_bVV0YB6pYQi_kLCHrly3VTAfsGrOQsUncjHH0AxKo0_eOPqvemukCaKKJD_kNU3ToYmRe9HhF46SDJQGnx6B65Un3acgzbWEs1i6hT-XHpCvsFpc0o0Mi53lry0S5Di7jBxIihEqZbYtHOiVNG2yznwWgxXytVmBgWJuL37Vhu4mftlyrLvPnszJJjiMa3SC0grLGFRC17f_7ma4beKI5FjVHj1tnDAH7QJKu_3EZV-ZQL4ttQowT0Id_6b1sWQMCZCBS3fN_6Q2VFDCYY_Rdf67c6AtnTxMCmpT8zMEukh__MsPhywXkv5DCmC7BAbfNwpt_BR
dc.description.resumoEsta tese tem como objetivo apreender as formas de movimentações urbanas de jovens moradores das periferias de Salvador - Ba. Através da construção de uma etnografia “multilocal”, seguimos com eles e elas seus percursos, estivemos em meio as suas experiências de ocupação e apropriação dos espaços da cidade. Para tanto, partimos de pontos da Orla Atlântica, mais especificamente, das orlas localizadas nos bairros da Barra, Rio Vermelho e Itapuã. A construção da etnografia exigiu um exercício de recuperação da constituição populacional de cada uma dessas regiões da cidade, contribuindo para a ideia de que falamos em orlaS, como espaços a beira-mar detentores de particularidades históricas e sociais que afetam as dinâmicas de usos dessas, bem como, dos usos juvenis. Tal perspectiva de análise revelou que as formas de interação nas orlaS são permeadas por disputas espaciais. As práticas de lazer, na maioria dos casos, por mais que não estivessem voltadas para ações políticas organizadas, estavam entrelaçadas às diferenças sociais, de gênero e de raça. Estas realidades os demandavam viver, a todo tempo, tendo de se deparar e de enfrentar as desiguais condições de existência nessa cidade. Por onde os jovens se movimentassem suas relações eram carregadas de resistência, seja numa situação de bullying entre amigos, seja nas relações com policiais, comerciantes e jovens de outras classes sociais. Também a movimentação dos jovens nos espaços das orlas pesquisadas nos impeliu a atualizar a noção de grupos juvenis e a analisar suas territorializações dos espaços em termos de tipos de agrupamentos juvenis. As particularidades encontradas em cada orla confluíram para arranjos relacionais específicos, sendo assim, quando falamos em seus “agrupamentos flexíveis” estamos nos referindo a práticas juvenis que ocorrem de forma mais temporária, itinerante e atravessada de maior diversidade de pessoas e quando falamos em “agrupamentos costumeiros” nos referimos a associações rotineiras, dotadas de laços íntimos e de conflitualidades. Ambos os tipos de relações são caracterizadas pela fluidez no arranjo de jovens; não há restrições e regras internas que os tornem um grupo fechado.pt_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)pt_BR
Aparece nas coleções:Tese (PPGA)

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