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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/28468
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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorEdward, MacRae-
dc.contributor.authorMalheiro, Luana Silva Bastos-
dc.creatorMalheiro, Luana Silva Bastos-
dc.date.accessioned2019-01-25T16:28:27Z-
dc.date.available2019-01-25T16:28:27Z-
dc.date.issued2018-02-21-
dc.date.submitted2018-02-21-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/28468-
dc.description.abstractThis ethnographic study aimed to investigate the culture of crack use among women living on the streets of city center of Salvador, looking at the dynamics of this culture, the peer-to-peer construction of informal social control, and formal social control coming from a society structured out of oppression. In order to observe the daily life of this culture, I followed the participants of the research in scenes of crack use. Subsequently, the fieldwork led me to accompany these women in other urban areas of search for health care and justice services, and the construction of a local feminist militant group. Through the reference bibliography for the theme it was possible to direct my gaze to the understanding of the grammar of everyday violence directed at these women, fierce by the direction of a drug policy that uses the strategy of war against drugs that has presented itself as a war against the women. As a result, I reflect that the vast majority of women surveyed resort to abusive use of crack as a method to alleviate the suffering of gender and racial violence suffered throughout their life trajectories, as well as to develop political strategies for resistance, protection and mobilization among women. I conclude by pointing out that drug policy, as it is nowadays, reinforces oppressions of race, gender and class constituting an arena marked by social injustice in the life of women. The response to these oppressions appears in the research from building the field of anti-prohibitionist feminism that politically organized women affected by the war on drugs.en
dc.description.sponsorshipCAPESpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCrackpt_BR
dc.subjectCultura de Uso,pt_BR
dc.subjectTrajetória de vidapt_BR
dc.subjectDrogaspt_BR
dc.titleTornar-se mulher usuária de crack: trajetória de vida, cultura de uso e políticas sobre drogas no centro de Salvador-BApt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.refereesAlencar, Roselene Cássia de-
dc.contributor.refereesMarques, Diego Ferreira-
dc.publisher.departamentFaculdade de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFBA/PPGApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqAntropologiapt_BR
dc.description.resumoEste estudo de caráter etnográfico teve como objetivo investigar a cultura de uso de crack entre mulheres com trajetória de vida nas ruas do Centro da cidade de Salvador, compreendendo, a partir da dinâmica desta cultura, a importância da construção entre pares dos controles sociais informais, bem como dos controles sociais formais advindos de uma sociedade estruturada a partir de opressões. Com a finalidade de observar o cotidiano da vivência desta cultura, procedi ao acompanhamento das parceirass da pesquisa nas cenas de uso de crack. Posteriormente, o trabalho de campo me conduziu para o acompanhamento dessas mulheres em outros trajetos urbanos de busca por serviços de assistência, saúde e justiça, bem como a construção de um grupo local de militância feminista. Por meio da bibliografia de referência para o tema foi possível direcionar o meu olhar para a compreensão da gramática de violência cotidiana direcionada a essas mulheres, acirrada pelo direcionamento de uma política de drogas que utiliza a estratégia de guerra às drogas que tem se apresentado como uma guerra contra as mulheres. Como resultado reflito que a grande maioria das mulheres investigadas recorrem ao uso abusivo de crack como método para aliviar o sofrimento de violências de gênero e raciais sofridas ao longo de suas trajetórias de vida, bem como elaboram estratégias políticas de resistência, proteção e mobilização entre mulheres. Concluo pontuando que a politica de drogas, tal como se apresenta na atualidade, reforça opressões de raça, gênero e classe constituindo uma arena marcada pela injustiça social na vida das mulheres. A resposta a essas opressões aparecem na pesquisa a partir da construção do campo do feminismo antiproibicionista que tem organizado politicamente mulheres afetadas pela guerra as Drogas.pt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGA)

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