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Universidade Federal da Bahia |
Repositório Institucional da UFBA
Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/24083
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorNascimento, Mariângela-
dc.contributor.editorBRASA - Brazilian Studies Association-
dc.creatorNascimento, Mariângela-
dc.date.accessioned2017-08-22T18:20:55Z-
dc.date.available2017-08-22T18:20:55Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/24083-
dc.description.abstractThe relocation of the footwear industry to the southwest of Bahia is part of the changes of the current phase of capitalism. Women workers from this region had no experience of factory work; this new reality presented itself to them in an impacting manner in that values, emotions, habits and worldviews were strongly altered, reflecting the new composition of work at play. Women workers ‘disciplined’ in the assembly line learned to live as part of a network as a method of organizing production. Paralleling the development of the production network, another one was being built -, that of cooperation and communication – giving rise to the emergence of new subjectivities and forms of resistance in the production environment. From rural and domestic workers who had no communication and cooperation skills as part of their work, women workers in the assembly line gained news collaborative and communicative abilites, fundamental to the production process. But the development of cooperative and communication relations not only contributed to more productive work activities, but also promoted the emergence of new forms of resistance and strategies for "escape."en
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.sourcehttp://www.brasa.org/congresso-brasa-xiii/pt_BR
dc.subjectResistência.pt_BR
dc.subjectMulher.pt_BR
dc.subjectDesemprego.pt_BR
dc.subjectDireito de fuga.pt_BR
dc.subjectTrabalho.pt_BR
dc.titleRelações de trabalho e novas formas de resistência: o caso das mulheres trabalhadoras da Bahiapt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.localpubCampus Central, Brown University Providence, Rhode Islandpt_BR
dc.identifier.numberedição XIIpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.description.resumoO deslocamento da indústria calçadista para o sudoeste da Bahia faz parte das mudanças da atual fase do capitalismo. As trabalhadoras dessa região desconheciam o trabalho fabril; essa ova realidade se apresenta para elas de forma impactante onde valores, afetos, hábitos e concepção de mundo são fortemente alterados e refletem a nova composição do trabalho. As trabalhadoras disciplinadas a partir de linha de montagem aprenderam a conviver em rede como método de organização da produção. E, simultaneamente à realidade da rede produtiva, outra forma de rede foi sendo construída, a rede de cooperação e comunicação, emergindo daí novas subjetividades e resistências no ambiente de produção. De trabalhadoras rurais e domésticas que não tinham a comunicação e a cooperação como parte do seu trabalho, passam a ser detentoras desta capacidade comunicativa e colaborativa, fundamental ao processo produtivo. A construção das relações de cooperação e comunicação tornou não apenas mais produtiva as atividades laborais, mas promoveu o surgimento de novas formas de resistência e estratégias de “fuga”.pt_BR
Aparece nas coleções:Artigo Publicado em Periódico (FFCH)

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