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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-04-17T08:30:47Z</dc:date>
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    <title>Saudades eternas, saudades etéreas: o caso de tentativa de preservação do patrimônio cemiterial de Belém do São Francisco-PE</title>
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    <description>Título: Saudades eternas, saudades etéreas: o caso de tentativa de preservação do patrimônio cemiterial de Belém do São Francisco-PE
Autor(es): FERRAZ, MICHEL DUARTE
Abstract: O patrimônio cultural é constituído por vários elementos de natureza material e imaterial. Na lista dos bens tangíveis nem sempre são colocados os cemitérios e dispositivos funerários, e mesmo quando estão inseridos nessa categoria, sua patrimonialização não traz garantia de permanência e de integridade. Esse é o caso do antigo cemitério do município de Belém do São Francisco que foi classificado, num inventário realizado pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, como “cemitério de interesse arquitetônico” (1987), tendo sido também tombado em nível local como “Patrimônio Arquitetônico da Prefeitura Municipal” (1995). Mesmo com a presença dessas formas de acautelamento estabelecidas pela Constituição Federal de 1988, o cemitério esteve, nos últimos anos, totalmente abandonado pelo Poder Público e pela sociedade. Assim, foi gradativamente convertendo-se numa floresta, robustecida pelo despejo de esgoto sanitário que corre a céu aberto no seu entorno, deixando-o isolado. Insatisfeitos com tal situação, cidadãos começaram a discutir em rede social as alternativas para viabilizar uma campanha de recuperação e, quem sabe até, poder dar no futuro uma nova finalidade cultural ao antigo campo-santo. Assim, o presente trabalho tem a intenção de relatar a problemática, descrever as ações colaborativas empreendidas e as propostas para o futuro que por ora estão surgindo, além de provocar a sensibilização da sociedade e possíveis colaboradores para a importância da preservação desse bem cultural.
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso</description>
    <dc:date>2017-05-23T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Construção identitária na expografia do museu: ambiente da exposição e receptividade do público no Museu Cais do Sertão</title>
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    <description>Título: Construção identitária na expografia do museu: ambiente da exposição e receptividade do público no Museu Cais do Sertão
Autor(es): Maia, Maria Rosa de Brito
Abstract: Este projeto tem como tema a construção identitária promovida pelo Museu Cais do Sertão. A pesquisa tem como objetivo geral apresentar o Museu como uma instituição de memória que promove a constituição da identidade cultural da região Nordeste. A metodologia adotada contempla a pesquisa bibliográfica e exploratória. O campo de análise e reflexão foi a expografia do espaço museal e as representações do público sobre o sertão, antes e depois da visita.
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso</description>
    <dc:date>2017-05-23T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A lenda da rádio frei caneca entra no ar: o papel da sociedade civil na construção de uma emissora pública no recife</title>
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    <description>Título: A lenda da rádio frei caneca entra no ar: o papel da sociedade civil na construção de uma emissora pública no recife
Autor(es): Iglesias Júnior, Marcus Petronio Fernandes
Abstract: No Recife, a Rádio Frei Caneca é conhecida como uma lenda urbana. Desde sua fundação, na década de 60, a emissora luta para efetivamente entrar no ar como uma rádio pública da cidade. Problemas jurídicos, técnicos e políticos atrasaram o projeto ao longo das últimas décadas. Por outro lado, nos últimos quatro anos a Rádio Frei Caneca viveu um momento importante da sua história. Durante este período, a Prefeitura do Recife autorizou a criação de um Grupo de Trabalho, formado por 20 instituições da sociedade civil, para que discutissem e propusessem propostas que norteassem o funcionamento da emissora nos eixos Gestão, Financiamento e Programação. Este trabalho, portanto, visou avaliar as 53 propostas desenvolvidas por esse GT, de forma a encontrar outros eixos norteadores das propostas. A ideia desta pesquisa foi revelar, desta forma, o que setores da sociedade pernambucana, mais voltados ás áreas da cultura e da comunicação, esperavam da emissora. Basicamente entender o que este Grupo de Trabalho tentou imprimir como marca. Percebeu-se, assim, que tais propostas também englobavam outros eixos, como a Valorização da cadeia produtiva das artes de Pernambuco, a Democratização da Comunicação, o Respeito aos Direitos Humanos, a Autonomia da Sociedade Civil e a Independência Financeira e Transparência da gestão.
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso</description>
    <dc:date>2017-05-23T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Os bacamarteiros de Lagoa dos Gatos: batalhão 51</title>
    <link>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/22388</link>
    <description>Título: Os bacamarteiros de Lagoa dos Gatos: batalhão 51
Autor(es): SILVA, JOSÉ ADEILSON SOARES DA
Abstract: Este trabalho apresenta um estudo antropológico sobre os Bacamarteiros da cidade de Lagoa dos Gatos, agreste de Pernambuco, tendo como objetivo mostrar os significados das manifestações culturais e ao mesmo tempo a dinâmica cultural que se insere. Neste estudo buscamos identificar a história, quem faz parte dos Bacamarteiros, como vivem, quais são as ferramentas usadas na transmissão dessa tradição, a religiosidade, a arte e sobretudo as especificidades desta tradição centenária. Essa festa popular tradicional que traz costumes de apresentações cênico-perfomática de um grupo de pessoas que vestidos com calça e camisa de zuarte, lenço vermelho ou amarelo no pescoço, chapéu de palha ou de couro, alpercatas,  bisaco com munição e seu bacamarte, desfilam fazendo suas apresentações nas ruas, avenidas ou mesmo na zona rural da cidade, dando salvas de tiros em homenagem aos santos católicos reverenciados no mês de junho na região, são eles Santo Antônio, São João e São Pedro. Conforme os dados da pesquisa realizada, a tradição se perpetua a mais ou menos cento e cinquenta anos. Pesquisar sobre os Bacamarteiros é percorrer sobre a história oral, tendo em vista não haver documentos e nem referências em obras científicas sobre os mesmos a não ser poucos momentos encontrados na literatura brasileira. E quanto as origens, a versão que mais se propaga refere-se ao surgimento desses grupos após a guerra do Paraguai (1865). Então diante dos dados coletados somos levados a crer que o folguedo foi criado por pessoas da zona rural que, para homenagear a valentia do nordestino, acabaram por agregar diversas culturas provenientes dos mitos da região.
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso</description>
    <dc:date>2017-05-08T00:00:00Z</dc:date>
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