<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Coleção:</title>
  <link rel="alternate" href="https://repositorio.ufba.br/handle/ri/8280" />
  <subtitle />
  <id>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/8280</id>
  <updated>2026-05-15T23:42:36Z</updated>
  <dc:date>2026-05-15T23:42:36Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Transporte de sedimentos em canais com o fundo em degraus: mecanismos e proposição de estruturas desarenadoras</title>
    <link rel="alternate" href="https://repositorio.ufba.br/handle/ri/30634" />
    <author>
      <name>Oliveira, Victoria Silvia Guimarães de</name>
    </author>
    <author>
      <name>Simões, André Luiz Andrade</name>
    </author>
    <author>
      <name>Queiroz, Luciano Matos</name>
    </author>
    <id>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/30634</id>
    <updated>2022-08-26T14:03:20Z</updated>
    <published>2018-07-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Transporte de sedimentos em canais com o fundo em degraus: mecanismos e proposição de estruturas desarenadoras
Autor(es): Oliveira, Victoria Silvia Guimarães de; Simões, André Luiz Andrade; Queiroz, Luciano Matos
Abstract: O conhecimento sobre as características de escoamentos de água em canais em degraus tem evoluído com a realização de análises e experimentos sobre a energia dissipada, aeração e outros fenômenos. Contudo, há considerável lacuna no conhecimento sobre o transporte de sedimentos em estruturas hidráulicas desse tipo. Este trabalho expõe resultados obtidos por meio de simulações numéricas efetuadas com as equações de Navier-Stokes, conservação de massa e o modelo de Turbulência k-ε, escritas sob a forma do modelo multifásico não-homogêneo. Os cálculos foram realizados em três domínios: um canal em degraus convencional, um canal em degraus com soleiras nas extremidades finais dos pisos e um canal em degraus com cavidades sobre os pisos. Para todos os casos, foram adotadas condições relativas ao escoamento do tipo quedas sucessivas sem a formação de ressaltos hidráulicos. A análise do campo de velocidade possibilitou identificar o mecanismo responsável pela ocorrência da sedimentação no escoamento em questão. As simulações mostraram que o canal em degraus convencional foi, dentre os três, o que reteve menor quantidade de sedimentos, seguido pelo canal com soleiras terminais e pelo canal com cavidades, respectivamente.
Editora / Evento / Instituição: V COBESA – Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental
Tipo: Artigo de Periódico</summary>
    <dc:date>2018-07-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

